Esportes
Não querem ninguém de olho
A partir de hoje, CRB e CSA adotam regime máximo de concentração, impedindo, inclusive, o trabalho da imprensa de cobrir o dia a dia das equipes, deixando no ar um clima de mistério quanto ao que está sendo tramado para o clássico de sábado, que vale muito mais que três pontos: vale a paz para a sequência no campeonato. É sempre aquele clichê verdadeiro, no qual o resultado de um clássico pode melhorar um ambiente ou acabar de afundar o outro na crise. Assim, exatamente assim, se configura o quinto e último confronto entre os dois maiores clubes de futebol de Alagoas em 2018. O CSA, integrante do G4 por incríveis 26 rodadas consecutivas, pode deixar a zona de classificação à Série A com uma derrota para o rival. Em contrapartida vem o CRB, atualmente entre os quatro piores clubes da Segundona, sufocado e desesperado para ascender na tabela e tirar a corda no pescoço. Uma derrota para o arquirrival afundaria a equipe no poço da desgraça, conhecido também como zona de rebaixamento. * Sob supervisão da editoria de Esportes