Esportes
Jogo de damas precisa se expandir
O campeão alagoano de jogo de damas, médico e teólogo Miguel Cavalcante, 70, patrocinador de três edições, em Maceió, da Copa Brasil desse esporte de inteligência, diz que a modalidade precisa se expandir nas Américas e no mundo. Em entrevista à Gazeta, Cavalcante, que está programando a realização da 4ª Copa Brasil, na capital alagoana, para 1º até 6 de junho de 2013: Poucos países das Américas e do mundo cultivam a prática científica do jogo de damas, que é disputado de forma diversificada em dois tabuleiros, ou seja, no de 64 casas e no de 100 casas. Ele explica que, enquanto o tabuleiro maior, com 20 pedras para cada lado tem sua regra internacionalizada em todos os países do mundo, o tabuleiro menor, que conta no Brasil com uma média de 90 jogadores da 1ª divisão, tem regras heterogêneas em inúmeros países por aí a fora, o que dificulta o seu acesso à devida soberania. Além disso, diz Miguel Cavalcante, a Holanda, mestra europeia no jogo de damas de 100 casas, e onde é instalada a Federação Mundial, menospreza o valor estratégico do tabuleiro de 24 pedras, apesar da implantação da tablita, desde 1980. Precisaríamos de uma pesquisa bem conectada para com os jogos mentais estratégicos, quando o Ministério do Esporte até poderia exportar talentosos damistas para os países vizinhos, fazendo-os despertar para tão ressonantes belezas, através de um trabalho diplomático, observa.