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Presos da máfia de resultados são soltos e líder é procurado

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São Paulo, SP A Polícia Civil de São Paulo liberou os nove suspeitos por formação de quadrilha e manipulação de jogos que haviam sido presos no começo do mês na primeira fase da operação Game Over, que investiga a tentativa de combinação de resultados em partidas das Séries A2 e A3 do Campeonato Paulista e de divisões inferiores do Norte e do Nordeste. O esquema beneficiaria um grupo criminoso que atua nas bolsas de apostas da Malásia, da Indonésia e da China. A Folha de S.Paulo revelou que a Série D de 2015 também entrou no escopo da investigação. A soltura dos suspeitos aconteceu devido ao vencimento dos pedidos de prisão provisória, que têm prazo de duração de cinco dias, prorrogável para mais cinco. Presos nos primeiros dias de operação, 6 e 7 de julho, o cantor cearense Eduardo Rabelo; o empresário e ex-metalúrgico Wanderley Cordeiro, e seu filho, Wanderley Júnior, vendedor de carros; o olheiro Francisco Jamison Gonçalves; e o ex-jogador Rodrigo Guerra Bonfim foram liberados no início da semana seguinte. Já o jogador Márcio Souza da Silva, o ex-goleiro Carlos Henrique Luna, o empresário de futebol Jefferson Viola e o treinador Marcos Ferrari tiveram suas prisões provisórias prorrogadas a pedido da Polícia. Segundo a reportagem apurou, os investigadores acreditam que os quatro tiveram envolvimento mais intenso com o esquema. Com o vencimento dos prazos de prisão, eles foram liberados. Mesmo soltos, todos devem ser denunciados e, segundo o promotor Paulo Castilho, podem pegar penas de mais de dez anos de prisão. Alvo de mandado de prisão provisória, o chefe da quadrilha, Anderson Rodrigues, ainda não foi localizado pela polícia, que encontrou sua residência na zona norte no Rio de Janeiro, na qual estava apenas a sua mulher.

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