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Nuzman vê dificuldades no esporte olímpico

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Menos de oito meses após os Jogos Rio-2016, o cenário do esporte brasileiro não é positivo. O tão falado legado, ao menos em termos de investimentos no alto rendimento, não veio. Vários atletas reclamam da falta de patrocínio, inclusive os medalhistas olímpicos, enquanto o próprio COB ainda não renovou seus patrocinadores. Para Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico desde 1995, o País volta aos anos 2000. O cenário ficou mais difícil. O Brasil passou de 2002 a 2016 organizando grandes eventos, as origens de recursos eram diferentes. A partir de agora, a gente volta ao que era antes de Sydney, ano 2000, onde os recursos eram menores. Estamos trabalhando com uma equipe nova da área comercial e vamos lançar o projeto em breve, disse em coletiva no Rio. O Brasil organizou os Jogos Sul-Americanos de 2002, depois os Pan-Americanos de 2007, os Jogos Militares de 2011 e a Olimpíada Rio-2016. Em 2000, o País amargou a 53ª posição no quadro de medalhas (6 pratas e 6 bronzes). Quatro anos depois, já com a Lei Agnelo Piva em vigor, o País foi 16º lugar (5 ouros, 2 pratas e 3 bronzes).

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