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'Acham que todo erro de árbitro é intencional'

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Pedidos de clubes por árbitros de fora de Alagoas para comandar os jogos que eles consideram decisivos já se tornaram uma constante por parte dos dirigentes das equipes que disputam o Campeonato Alagoano. Nesta temporada, o Estadual está em sua fase semifinal e para os quatro jogos foram solicitados árbitros Fifa - e, neste caso, são de fora, já que Alagoas não tem mais árbitro Fifa. O que tinha - Francisco Carlos do Nascimento - deixou o quadro da Fifa. Nas partidas do meio de semana, CSA x ASA teve no apito Luis Flávio Oliveira (Fifa-SP); enquanto Murici x CRB foi comandado por Wagner Nascimento Magalhães (Fifa-RJ). Na última quinta-feira, a Comissão Estadual de Arbitragem (Ceaf-AL) divulgou a escala de arbitragem para os jogos de volta das semifinais, neste domingo: Rodolpho Toski Marques (Fifa-PR) e Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG), que trabalharão em ASA x CSA e CRB x Murici, respectivamente. De acordo com o presidente da Ceaf-AL, Hércules Martins, pedir árbitro de fora é uma questão cultural do povo nordestino. Não é só em Alagoas que acontecesse isso [pedir árbitro de fora]. Bahia, Sergipe, Pernambuco, Piauí vão na onda e costumam solicitar arbitragem de fora. Então, em relação ao momento que vivemos no País, ninguém confia em ninguém. Todo mundo acha que o erro do árbitro é intencional, é para prejudicar time A ou time B. Ninguém quer saber que o árbitro é um ser humano e está passível de erros, lamentou Martins, em entrevista à Gazeta de Alagoas. A cultura nordestina é fogo. Não tem como eliminar isso, emendou.

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