Esportes
Cansada, Daiane pretende aposentar Brasileirinho
Mesmo quando vai ao pagode, uma das raras diversões na atribulada vida de quem concilia a ginástica artística com a Faculdade de Educação Física, Daiane dos Santos tem de ouvir o Brasileirinho - tocam em minha homenagem, conta, a música que dá ritmo a sua apresentação de solo há um ano. O Brasileirinho é uma música muito forte e, por isso, já enjoou. Daiane, de 22 anos, que veio a São Paulo para a assinatura de contrato de patrocínio da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) com a Bombril, confessa que está com vontade de mudar a música, antes do Mundial de Melbourne, em novembro. Mas na etapa brasileira da Copa do Mundo, dias 8, 9 e 10 de abril, em São Paulo, será ao som de Brasileirinho, ensaiado pelo técnico Oleg Stapenko, que o público verá a mesma série que deu a ginasta o ouro na etapa da Copa do Mundo de Birmingham, em dezembro. A série tem o duplo twist carpado (o difícil salto que ganhou o sobrenome de Daiane) e um duplo esticado, contou a ginasta. Daiane voltou ainda a descartar a possibilidade de operar o joelho esquerdo. Não vou fazer nenhuma cirurgia em lugar nenhum, disse a campeã mundial do solo.