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Schumacher � o favorito para vencer GP da �ustria
São Paulo - O Alemão Michael Schumacher, da Ferrari, é apontado como favorito para vencer o Grande Prêmio da Áustria, neste domingo, e assumir a liderança do Mundial de Pilotos, no momento em poder do filandês Kimi Raikkonen. O piloto ferrarista, que ganhou a segunda corrida da temporada na última corrida, o GP da Espanha, garantiu maior motivação e com o acerto de seu carro passou novamente a ser o grande favorito para a temporada 2003. O brasileiro Rubens Barrichello também está bem cotado e o GP austríaco promete ser empolgante. Com a vitória no Grande Prêmio da Espanha, Schumacher diminuiu para apenas quatro pontos a diferença para Raikkonen, da McLaren, que tem 32 pontos. O brasileiro está em quarto lugar, com vinte pontos, enquanto o espanhol Fernando Alonso, nova sensação do automobilismo mundial, ocupa a terceira posição, com 25 pontos. Com relação ao Mundial de Construtores, a Ferrari está apenas a três pontos da McLaren. A Fórmula 1 tem muito mais a ganhar se for para a China e Barein em vez de ficar na Áustria, de acordo com Niki Lauda. O Grande Prêmio da Áustria deste fim de semana deve ser o último no país, e o tricampeão afirmou que não vê chances de o país receber a corrida depois de 2003. ?Não. É melhor para a Fórmula 1 ter uma corrida na China ou no Oriente Médio do que na Áustria?, disse ele quando questionado sobre ?um miraculoso retorno?. ?Sinto muito porque sempre gostei de correr em Styria (a região onde acontece a prova)?, completou. ?Não é apenas um clichê dizer que o GP da Áustria é diferente, é mesmo?. ?Era minha corrida em casa e estou triste porque está indo embora. Sempre tentei ajudar para que ela continuasse, ou pelo menos retornasse, mas as coisas não parecem bem no momento?. Não há atualmente nenhum austríaco disputando a Fórmula 1, mas Alexander Wurz é piloto de testes da McLaren. Lauda continua sendo o último a vencer a corrida em casa quando foi campeão em 1984, com a McLaren no antigo Oesterreichring. China e Barein devem ser incluídos no calendário de 2004 e o empresário Bernie Ecclestone afirmou que esta será a última corrida na Áustria. /// Renault prevê uma corrida muito difícil São Paulo - Mike Gascoyne, diretor-técnico da Renault, acredita que o time francês terá um fim de semana difícil na Áustria. Para o inglês, o circuito de A-1 Ring não é tão favorável ao carro da equipe quanto foi Barcelona, há 15 dias, onde a Renault conquistou um segundo lugar com o piloto da casa Fernando Alonso. ?São pistas bastante diferentes, com certeza. Enquanto em Barcelona a aerodinâmica era muito importante, em Zeltweg o que conta mais é a potência do motor, pois o circuito tem muitas retas e curvas de baixa e média velocidade, então o que conta são os cavalos?, disse Gascoyne. E o motor é justamente o ponto fraco do time. Estima-se que tenha cerca de 80 cavalos a menos que os Ferrari e BMW, que são os mais potentes da categoria. No entanto, a Renault vai estrear uma nova especificação na Áustria, que terá cerca de 30 cavalos a mais que o atual propulsor. ?Trabalhamos muito nesse novo motor, e esperamos que os cavalos a mais nos ajudem a melhorar o desempenho aqui?, finalizou Gascoyne. O piloto australiano Mark Webber declarou, nesta quinta-feira, que considera a lealdade um de seus maiores princípios e explicou que foi pensando assim que decidiu aceitar a prorrogação de seu contrato com a equipe Jaguar até o fim de 2005. Para ele, com a estabilidade de um contrato de longo prazo, fica mais tranqüilo trabalhar. ?Estou animado com a renovação. Este senso de lealdade por parte do time é muito importante?, comentou Webber. Coincidência ou não, a declaração do australiano acontece logo após o episódio em que o time inglês ?fritou? publicamente o piloto brasileiro Antonio Pizzonia, que quase foi dispensado após o GP da Espanha. ?Realmente, houve muito estardalhaço da mídia em cima do assunto e isto nos afetou, mas agora está resolvido e vamos nos concentrar para o resto do ano?, finalizou Webber. /// Equipe americana na F-1 São Paulo - O presidente da fabricante austríaca de bebidas energéticas Red Bull, Dietrich Mateschitz, admitiu que o sonho de montar um time na F-1 apenas com pilotos americanos dificilmente sairá do papel. A Red Bull tem planos de entrar agressivamente no mercado americano de energéticos e considerou que montar um time de F-1 com pilotos do país seria uma boa forma de publicidade, mas os altos custos e as dificuldades em montar uma boa estrutura independente acabaram minando as idéias. O sonho começou a ganhar forma no ano passado, e em maio último um acordo entre a empresa e a já falida Arrows quase foi fechado. Depois, Mateschitz teria conversado com a Jordan, mas não obteve sucesso em fechar uma parceria. Agora, resignado, o presidente da empresa diz que pretende manter o patrocínio na equipe Sauber por mais alguns anos, e só então decidirá se investe em um time próprio ou não. ?Não faz sentido manter duas frentes na F-1?, declarou Mateschitz. As informações são do site inglês Autosport.