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Parreira tem volta de Ronaldo e testa Kak�

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Teresópolis/RJ - O técnico Carlos Alberto Parreira usou o treinamento da manhã de ontem, para começar a testar suas opções para o meio-campo da Seleção Brasileira, especialmente para os lugares do volante Kleberson e do meia Ronaldinho Gaúcho. Os jogadores são desfalques certos para a partida contra a Colômbia, pela rodada de abertura das eliminatórias da Copa do Mundo de 2006. O primeiro, por contusão, e o segundo, por estar suspenso. Parreira começou o treinamento com a formação que era de sua preferência na quarta-feira: Emerson formava a dupla de volantes com Gilberto Silva, enquanto Alex era o responsável pela armação ofensiva do time. Essa formação foi mantida durante os primeiros 35 minutos, período em que o time titular era derrotado por 1 a 0, com gol de Luís Fabiano. Depois de paralisar o treino, Parreira deu o colete dos titulares para Renato ocupar a vaga de Emerson e para Kaká ser testado em lugar de Alex. A entrada do jogador do Milan no meio-campo melhorou o rendimento da equipe, que passou a tocar a bola com maior rapidez. Além disso, os titulares passaram a criar mais chances de gol. O resultado do bom desempenho da nova formação só saiu aos 46min de treino, quando Ronaldo, recuperado da lombalgia que o afastou do treino de quarta-feira, empatou. No fim do treino, Zé Roberto fez o gol da virada, em jogada que começou com Kaká e que teve cruzamento de Roberto Carlos. Hoje pela manhã, o treinador fará o último ensaio tático para a partida. Ele vai começar o treino com o sistema mais defensivo. De tarde, a delegação brasileira vai embarcar para Barranquilla, local da primeira partida da seleção nas eliminatórias. Formação ideal do técnico tem que jogar sem a bola Teresópolis/RJ - O técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Parreira, crê tão piamente na qualidade de seus convocados que nesta preparação para os dois primeiros jogos das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2006 se dedica mais a ensiná-los a jogar ?sem a bola? do que em definir os titulares para enfrentar a Colômbia na estréia da competição. Neste domingo, em Barranquilla, o Brasil enfrenta os colombianos a partir das 18h10 (horário de Brasília). Na próxima quarta-feira pega o Equador, em Manaus. ?Minha maior preocupação hoje é mesmo fazer o time jogar sem a bola?, avisou o técnico, que justifica a sua decisão devido ao fato da seleção contar, na sua opinião, sempre com três ou quatros jogadores que ?desequilibram?. ?E os sete restantes seguram lá atrás, como foi na Copa de 2002?, completa. A preocupação com o posicionamento é tamanha que as ausências do machucado Kléberson e do suspenso Ronaldinho Gaúcho - este um dos ?fora-de-séries? da vez - são relegados a segundo plano. Outra prioridade do treinador antes de escolher o time é fechar uma formação tática. ?Estamos bem encaminhados, mas antes quero definir um padrão antes de escolher A ou B?, comentou Parreira. E ?A? ou ?B? têm nomes: Emerson e Renato no lugar de Kléberson, enquanto Alex e Kaká são os mais cotados para a vaga de Ronaldinho. O técnico, no entanto, não dá sinais de preferências, principalmente em relação aos concorrentes à vaga de Ronaldinho Gaúcho. ?O time mostrou equilíbrio tanto com Alex quanto com Kaká?, encerrou Parreira. Rivaldo e Kaká vivem situações opostas Teresópolis, RJ - Rivaldo e Kaká tiveram de falar quase a exaustão de como lidam com a inusitada situação de gozar de prestígio diferenciado no Milan e na seleção. O primeiro é titular na equipe dirigida por Carlos Alberto Parreira, mesmo em condição física e técnica debilitada. Em contrapartida, ocupa a reserva no clube italiano e não parece otimista quanto a seu aproveitamento pelo técnico Carlo Ancelotti. Exatamente, o contrário do que ocorre com Kaká, a ponto de conquistar uma vaga de titular no Milan e que ainda busca uma posição mais sólida na Seleção Brasileira. Rivaldo foi à final das duas últimas Copas do Mundo. Kaká teve participação discreta no Mundial de 2002, como caçula da equipe. Mas um ano e dois meses depois do pentacampeonato, a dupla se depara com uma competição paralela no Milan. Para Rivaldo, nenhum dos dois é titular no clube. ?O Rui Costa e o Seedorf são os donos da posição que disputamos?, disse Rivaldo. Sempre cauteloso, o craque lembrou que incentivou a comissão técnica do Milan a contratar Kaká. ?Torço por ele.? O ex-artilheiro do São Paulo admitiu que existe uma disputa. ?Há concorrência em todas as áreas. O Rivaldo tem uma história legal e eu busco meu espaço.? Para Rivaldo, o fato de voltar a integrar a seleção pode servir como estímulo para viver uma nova etapa no Milan. Ele agradeceu a Parreira pela oportunidade. ?A confiança do técnico é muito importante, ainda mais, quando ele sabe que se trata de um jogador decisivo. No Milan, isso não acontece.? O vice-artilheiro do Mundial de 2006 afirmou, porém, que não queria criar polêmica nenhuma com o clube.

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