Esportes
Pedido de prisão domiciliar é negado a R10
Ex-jogador e seu irmão, Roberto Assis, seguirão presos preventivamente em Assunção, no Paraguai.
Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto Assis, seguirão presos preventivamente em Assunção, no Paraguai. A decisão foi tomada nessa terça (10) pelo juiz Gustavo Amarrilla, que não aceitou a argumentação da defesa do ex-jogador. Eles já passaram as últimas quatro noites num presídio de segurança máxima, acusados de terem entrado no país com passaportes adulterados.
A defesa entraria com um recurso ainda ontem no Tribunal de Apelações, de segunda instância. “Cada hora o Ministério Público tem uma desculpa diferente. Agora eles querem mais prazo para periciar os celulares. Isso está com eles desde a semana passada. Mas só agora pediram”, disse Sergio Queiroz, advogado da família Assis, que não gravou entrevista.
O MP foi autorizado a fazer uma perícia nos celulares de Ronaldinho e Assis. A expectativa é que isso ajude a investigar outros crimes cometidos por outras pessoas. “Se mantém a medida cautelar de prisão na Agrupación Especializada. A investigação tem menos de uma semana. E está ficando claro o tamanho deste caso, com novas revelações. É de responsabilidade minha, do poder judicial, garantir a continuidade dessa investigação. Não podemos correr o risco de ela acabar por causa de uma fuga ou de uma saída do Paraguai. A liberdade de Ronaldinho poderia significar obstrução da investigação ou fuga”, disse o juiz Gustavo Amarilla.