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Esportes Brasil era um dos que pleiteava a organização do torneio, mas optou por sair da disputa

Fifa escolhe sedes do Mundial feminino de 2023

Austrália e Nova Zelândia foram escolhidos para sediar a competição

Por GLOBOESPORTE.COM | Edição do dia 26/06/2020 - Matéria atualizada em 25/06/2020 às 17h03

A Copa do Mundo Feminina será realizada na Oceania pela primeira vez na história. A Fifa anunciou nessa quinta (25) que Austrália e Nova Zelândia foram escolhidas como sedes do próximo Mundial, em 2023, depois de um processo de escolha no qual o Brasil também chegou a participar. A decisão foi divulgada depois de votação entre os membros do conselho da entidade, que se reuniram por videoconferência.

As principais confederações do mundo, Uefa (Europa) e Conmebol (América do Sul) votaram em bloco na candidatura colombiana, que foi a pior avaliada pelos especialistas no processo. As outras organizações – Concacaf (Américas Central e do Norte), CAF (África), AFC (Ásia) e OFC (Oceania) – preferiram Austrália e Nova Zelândia.

O processo de escolha da sede da próxima Copa do Mundo feminina foi marcado por idas e vindas e a desistência de candidaturas. O Brasil era um dos que pleiteava a organização do torneio, mas optou por sair da disputa depois de a CBF não conseguir garantias por parte do governo federal.

O Japão também resolveu retirar a candidatura de última hora, a três dias da decisão da Fifa, deixando a disputa apenas entre Colômbia e Austrália/Nova Zelândia. Isso ocorreu depois da avaliação das propostas por parte da Fifa.

A candidatura mais bem avaliada foi a conjunta dos países da Oceania, que obteve a pontuação de 4,1, na escala de 1 a 5. O Japão obteve 3,9, e a Colômbia, 2,8.

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