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Interestadual de jiu-jitsu neste domingo � tarde

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Neste domingo, o Sesc/Poço é palco do I Torneio Externo de Jiu-Jitsu. Promovido pela Federação Alagoana de Jiu-Jitsu, vai das 12 às 20 horas e ganha caráter interestadual porque também vai contar com a presença de atletas de outros estados, como Sergipe e Pernambuco. Com menos de dez anos de existência, no Estado, o jiu-jitsu alagoano já tem projeção internacional. E a principal responsável por isso é a dupla Diojone Farias Guimarães/Bianca Andrade Barreto, que desde 1998 tem conquistado medalhas em Pan-Americanos e em Mundiais. Diojone, ex-atleta de judô, foi quem implantou o jiu-jitsu em Alagoas, em 1994. ?Quatro anos antes houve um intercâmbio, aqui, entre Maceió e Natal. Eu era faixa preta de judô e diversos foram os estilos de luta. Resultado: Maceió perdeu todos os combates. Isso, me deixou muito abatido, mas, ao mesmo tempo, para mim, era o início de uma reviravolta no esporte, pois o instrutor potiguar, Bann Cavalcante, ressaltou que eu tinha potencial e me convidou para viver no Rio Grande do Norte. Topei o desafio e fui para Natal, onde vivi por quatro anos e troquei o judô pelo jiu-jitsu?. De volta para a sua terra natal, Diojone Farias implantou esta nova arte marcial, sendo hoje, o presidente da Federação Alagoana de Jiu-Jitsu, que funciona na Academia Gracie Barra, localizada à Av. Jatiúca, nº 1742, 3º andar, sala 402. Em 1995, ainda faixa marrom, conquistou a primeira medalha para Alagoas em nível interestadual. E foi logo de ouro, no Campeonato Brasileiro. Três anos após, já como faixa preta, Diojone foi bronze no Brasileiro. Na mesma temporada, repetiu esta medalha no Pan-Americano e no Absoluto, ocorrido em Miami (EUA). No seu currículo constam, ainda, em 2000, medalha de prata no Pan e bronze no Mundial, em Orlando (EUA). Em 2001, mais um bronze no Mundial, colocação que se repetiu no ano passado, acrescido, aí, da prata no Brasileiro.

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