Esportes
Brasil e Espanha brigam pelo ouro no futebol masculino
Seleção comandada por André Jardine encara neste sábado (7), às 8h30 (de Brasília), a equipe espanhola que vem em bom momento
A Seleção Brasileira vai em busca do sonhado bicampeonato olímpico. Neste sábado (7), às 8h30 (de Brasília), os comandados de André Jardine disputam o ouro no futebol masculino com a Espanha, na promissora final dos Jogos Olímpicos de Tóquio.
O técnico André Jardine tem boas chances de contar com força máxima na decisão. Em processo de recuperação de uma contratura muscular na coxa esquerda que o tirou da semifinal, Matheus Cunha foi a campo nessa sexta (6) e treinou pelo segundo dia consecutivo. O comandante canarinho faz mistério sobre a escalação, mas indica que o camisa 9 deve retomar a dupla de ataque com Richarlison, visto como uma das esperanças de Jardine para o confronto.
Referência da Seleção, o lateral direito Daniel Alves fez uma projeção do confronto. “Esperamos um grande jogo, porque são duas seleções que propõem, gostam da bola e não vão abrir mão disso. Vamos nos concentrar no jogo, nas ações que temos que fazer e utilizar nossas armas para conquistar o objetivo máximo”, disse.
ESPANHA
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Já na Espanha, o técnico Luis de La Fuente deve manter a linha de frente que se consolidou no decorrer da campanha. Olmo e Oyazarbal devem contar com a ajuda de Rafa Mir no setor ofensivo. Embora o comandante tenha destacado o progresso de Ceballos, que se recupera de uma lesão sofrida durante o duelo com o Egito, na fase de grupos, o meia ainda é dúvida.
A Fúria tem a vivência dos jogadores como um trunfo. Seis dos seus titulares disputaram a Eurocopa: Unai Simón, Eric García, Pau Torres, Pedri, Mikel Oyarzabal e Dani Olmo.
De La Fuente detalhou como tem sido o ambiente na Fúria e o que espera do confronto com os brasileiros: “Procuro passar tranquilidade para eles, jogaram com muita responsabilidade, mas sem pressão e estresse. Estão ansiando por esta partida com o Brasil, sabem que podem entrar para a história do futebol. Do outro lado, o Brasil tem uma equipe muito vertical, muito potente, com transições rápidas. Vamos ver qual versão prevalece”.
BRASIL: Santos; Daniel Alves, Nino, Diego Carlos e Guilherme Arana; Douglas Luiz, Bruno Guimarães, Claudinho e Antony; Matheus Cunha e Richarlison.
ESPANHA: Unai Simón; Oscar Gil, Eric Garcia, Pau Torres e Cucurella; Zubimendi, Merino e Pedri; Olmo, Oyarzabal e Rafa Mir.