Esportes
Brasil ganha medalhas na natação e na bocha
Carol Santiago bateu o recorde paralímpico na prova de 100m peito da classe SB12 e faturou o ouro
A pernambucana Maria Carolina Santiago bateu, nessa quarta (1), o recorde paralímpico na prova de 100m peito da classe SB12 (deficiência visual) e faturou a medalha de ouro, a terceira dela na Paralimpíada de Tóquio (Japão). Carol completou o percurso em 1min14s89 no Centro Aquático de Tóquio, e se tornou a brasileira que mais colocou medalhas no peito em uma só edição dos Jogos.
Também do Nordeste, a potiguar Cecília Araújo garantiu a prata, sua primeira medalha paralímpica, nos 50 m livre S8 (deficiência físico-motora), com o tempo de 30s83. Com o ouro de Carol Santiago, o Brasil soma agora 15 ouros, superando a performance na Rio 2016, quando conquistou 14. Em seis provas disputadas em Tóquio, a pernambucana faturou cinco medalhas.
O catarinense Talisson Glock também conquistou, na manhã dessa quarta (1), a medalha de bronze na prova dos 100m livre da classe S6 (deficiência físico-motora), sua 2ª medalha na Paralimpíada. Ele completou a prova em 1min05s45 no Centro Aquático de Tóquio.
BOCHA E GOALBALL
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José Carlos Chagas ganhou o bronze na bocha na classe BC1 (quando os atletas podem contar com auxílio de ajudantes) da Paralimpíada, na noite de terça (31), no Centro de Ginástica de Ariake. A conquista veio com uma vitória de 8 a 2 sobre o português André Ramos. O brasileiro começou perdendo por 2 a 0, mas, quando começou a marcar, virou a partida. Este foi o segundo bronze da bocha brasileira na noite desta terça. Mais cedo, Maciel Santos garantiu a 3ª posição na classe BC2 (na qual o atleta não tem auxílio de ajudantes).
E no goalball, a Seleção Brasileira feminina venceu nessa quarta (1) a China por 1 a 0, no 2º tempo da prorrogação e segue na briga por medalha inédita em Paralimpíadas. As brasileiras enfrentarão os EUA, que venceram ontem (1) o Comitê Paralímpico Russo (RPC), por 5 a 3.