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Pugilista busca reviravolta na sua carreira de boxer

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O pugilista alagoano Rocky Júnior busca uma reviravolta na sua carreira de boxe, ele que há três anos trocou o kickboxing pelo boxe. Para tanto, na próxima semana segue para São Paulo, onde passará dois meses aprimorando a forma no Coliseu antes de disputar as três primeiras lutas desta temporada, que serão estratégicas, pois a primeira será a sua estréia como profissional. Na seqüência, disputará os títulos paulista e brasileiro. Sem perspectivas nos últimos tempos, a situação começou a mudar para Rocky no fim do ano passado, quando levou o seu atleta, Adriano Ninja, à capital paulista para participar do Festival Brasileiro de Boxe Olímpico. ?Lá eu consegui fechar uma parceria com o Coliseu, a maior escola de boxe de São Paulo na atualidade. Isso vai me permitir voltar à ativa com mais segurança?, ressaltou Rocky Júnior, que para lhe dar mais tranqüilidade está com o patrocínio do Refrigerante Conny, que banca todas as suas despesas. ?Esse período de treinamento vai ser muito importante porque vou ser orientado por um cubano, que faz parte de uma das melhores escolas de boxe do mundo. Além do que, vou dispor de mais sparings nos meus treinamentos?, acrescentou Rocky Júnior, que na época do kikcboxing disputou 25 lutas e só teve três derrotas. No seu currículo, dois títulos regionais (Norte/Nordeste), dois brasileiros e um sul-americano nas categorias meio-médio e médio. Nesta última categoria é o 5o melhor do mundo. Agora, como boxe está na categoria meio-médio ligeiro. Rocky Júnior também é instrutor e a sua academia fica em Cruz das Almas. Dentre os alunos, dois olímpicos, exclusivos para o circuito amador: o leve Adriano Ninja e o galo Staeel Pereira. Ninja, natural de Capela, teve uma boa participação no festival em São Paulo, tendo sido eliminado pelo campeão baiano e centro-oeste, Carmelito Júnior (BA), que viria a ser vice-campeão do torneio, peso leve. Fora do tablado, Rocky é diretor-técnico da Federação Alagoana de Boxe.

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