Esportes
Surfe: etapa alagoana vai para disputas finais
Ocorrem neste domingo, na Praia do Francês, as baterias finais da segunda etapa do Circuito Petrobras de Surfe Feminino, categorias amadora e profissional. Válido pelo Campeonato Brasileiro, em disputa R$ 50 mil em prêmios, sendo a etapa nordestina a de maior premiação: R$ 20 mil, cabendo o valor de R$ 1 mil para o longboard, que também conta pontos para o primeiro circuito profissional da categoria. E este ano, a competição ganha ainda mais força, pois as dez primeiras colocadas do ranking do Circuito Petrobras de Surfe Feminino estarão classificadas para um grande evento de encerramento da temporada do surfe nacional, que acontecerá no Rio, em dezembro. Com R$ 30 mil em prêmios, a competição terá um formato inédito e será disputada por equipes de três surfistas: um longboarder, uma mulher e um de pranchinha. Os longboarders garantirão suas vagas no Petrobras Longboard Classic, enquanto os dez melhores das pranchinhas sairão das duas Seletivas Petrobras de Surfe Masculino. Antes disso haverá a terceira e decisiva etapa do circuito feminino, de 1 a 3 de outubro, na Barra da Tijuca (RJ). Além da grande disputa dentro d?água, o Circuito Petrobras se caracteriza por ações sociais na areia. Em 2002, a campanha abraçada pelas surfistas foi a de Combate ao Câncer de Mama, numa parceria com o Inca. No ano seguinte foi a vez de incentivar a doação de sangue e agora chegou o momento de combater a violência doméstica contra a mulher. Na Praia do Francês, as surfistas estão tendo a chance de conhecer as delícias da culinária nordestina. Uma barraca montada no local serve para as meninas, que aguardam a vez de cair na água, desfrutarem de frutas, sucos e alguns quitutes da região. A segunda etapa do Circuito Petrobras de Surfe Feminino, torneio mais charmoso do Brasil, teve início sexta-feira. Com 130 meninas inscritas e a praia lotada, os destaques locais são Juliana Lima e Carol Rocha, no amador; e Karina Brigadeiro, no profissional. Nas areias, a novidade é a cearense Tita Tavares, que estreou em Alagoas como treinadora, face a nova determinação da ASP (Associação de Surfistas Profissionais), que impede a participação de atletas que disputam o WCT (divisão de elite do surfe mundial) nos campeonatos de segunda divisão nacional.