Racisco
Clube chileno diz que vai banir torcedor
Polêmica aconteceu no duelo entre Universidad Católica e Flamengo
O presidente da Universidad Católica, Juan Tagle, se pronunciou logo depois de o clube pedir ajuda, através das redes sociais, para identificar torcedores que foram flagrados cometendo atos de vandalismo, com pedras e sinalizadores atirados, e racismo em direção à torcida do Flamengo, durante jogo pela Libertadores, no Estádio San Carlos de Apoquindo, em Santiago, no Chile.
O Flamengo venceu o jogo por 3 a 2. Especificamente sobre o ato de racismo, em que um torcedor fez gestos de um macaco em direção à torcida do Flamengo, o presidente da Católica escreveu o seguinte: “Que seja identificado para aplicarmos proibição de admissão no clube. Não há espaço na Católica para isto”.
Nas redes sociais, o goleiro Hugo Souza mostrou revolta e também cobrou providências. A Conmebol, até o fechamento desta edição, não se pronunciou sobre os atos racistas, o que ocorrerá ao longo do dia, segundo o LANCE! apurou.
A atual edição da Libertadores já teve sete casos de injúria racial contra torcedores brasileiros. Nos últimos seis anos, foram 27 episódios de racismo nas competições de clubes de nível profissional e masculino, organizadas pela Conmebol, segundo levantamento.
Operação Ruptura: PC investiga organização criminosa em Coruripe
Instituto Federal de Alagoas abre curso de mídias sociais
Homem é baleado na cabeça após discussão em Arapiraca
Ex-policial militar é preso por golpes em Maceió
Davi Davino confirma convite para ser vice, mas rejeita: "Sou candidato ao Senado"
A grande maioria aconteceu em partidas da Libertadores, fora do Brasil e não teve punição da entidade aos clubes. Praticamente metade dos episódios (11) envolveu torcedores de times argentinos.