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Mundial de F-1 de volta com o GP da Fran�a
Rio ? Na véspera do GP da França de Fórmula 1, que acontece às 9h deste domingo (horário de Brasília), Ralf Schumacher, da Williams/BMW, não poderia ter melhor porta-voz na Fórmula 1. Depois dos acontecimentos dos últimos dias, o alemão da equipe inglesa vem sendo o principal assunto dos jornais no que se refere ao mundo do automobilismo, que dão como certo o final de temporada para o piloto. Mas seu irmão, o hexacampeão da categoria Michael Schumacher, veio a público para defender o sangue da família. ?Eu falei com ele ontem e ele está com o espírito tranqüilo. Ele ficou surpreso com todas as notícias, mas agora ele pode se preparar da maneira certa?, disse Michael, que completou: ?Todo mundo sabe que ele é um bom piloto e não tem que provar nada. Eu fiz a mesma coisa depois que quebrei a minha perna em 99, e voltei apenas quando estava completamente pronto. Nós somos irmãos e espero que ele tenha a mesma situação. Mas somos apenas irmãos, e não gêmeos?, finalizou o piloto da Ferrari. Por outro lado, não bastava a Max Mosley renunciar à presidência da FIA, atitude inédita nos cem anos da entidade. Não bastava detonar a maior crise da F-1 desde a morte de Ayrton Senna, em 1994. O dirigente fez questão de centrar fogo contra os chefes de equipe. Para o inglês, é deles, e só deles, a culpa pelo atual marasmo da categoria. Clamando por mudanças, ele fez uma previsão sombria: pilotos voltarão a morrer se a F-1 não mudar. Outra atração deste domingo é o GP do Mundial de Motociclismo, no Rio de Janeiro.