Bom para quem?
Em duelo fraco no Rei Pelé, CRB e CSA ficam no 0 a 0 pela Série B
Confronto começa com ritmo competitivo, mas tem queda drástica de qualidade, na abertura da 10ª rodada da Segundona
O clássico que estava cheio de expectativas, decepcionou os dois lados de Maceió. Na noite dessa quarta (1º), CRB e CSA se encontraram no Rei Pelé para o 5º Clássico das Multidões do ano. Dessa vez, o duelo válido pela 10ª rodada da Série B acabou com um sonolento 0 a 0, que não ajudou em nada nas pretensões das equipes.
Inclusive, pouco antes do início do confronto, tiros puderam ser ouvidos por alguns presentes no Trapichão. Segundo relatos apurados pela Gazeta de Alagoas, os disparos foram feitos do lado de fora do estádio, onde entrava a torcida azulina, e para o alto. Não há informações de feridos.
Com o empate, o Azulão conseguiu seguir na frente do maior rival. Agora com 12 pontos, o CSA é o 8º colocado. O Regatas vem logo na sequência, já que fica na 11ª posição, com 11 pontos. Ambos ainda perderão posições na tabela, por conta de toda a continuação da rodada.
Após o clássico, a equipe que tem menos tempo de descanso é o Azulão, pois entra em campo na próxima terça (7), às 21h30, recebendo a Chapecoense, no Rei Pelé. O Galo vai ter que viajar. Na quarta (8), às 19h, visita o Cruzeiro, no Mineirão.
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RESUMÃO
O CSA teve mais a bola nos primeiros minutos, enquanto o CRB priorizou a marcação. Mesmo com mais posse, o Azulão teve muito trabalho para passar do meio campo. Quando conseguiu, aos 7min, Marco Túlio fez jogada na ponta e cruzou para Geovane finalizar, mas ele isolou.
Aos 14’, quando o Regatas perdeu a bola no meio, Lucas Marques avançou pela direita, cruzou na área e Lucas Barcelos, sozinho, acabou furando. Passivo em campo, o time de Daniel Paulista tinha muita dificuldade. Aos poucos, o jogo foi perdendo em qualidade.
Lucas Marques apareceu bem com a bola aos 26'. Ele deu o passe para Rodrigo Rodrigues, que finalizou com perigo, para fora. Os minutos finais foram fracos para o tamanho do clássico. Sem acréscimos, o árbitro encerrou a 1ª etapa aos 45min, sob algumas vaias.
No 2º tempo, com 9 minutos, finalmente, uma boa chance do Galo. Negueba roubou a bola e acionou Anselmo Ramon pela primeira vez. Ele fez o pivô e devolveu para Negueba, mas, desequilibrado, finalizou torto. Em ritmo de amistoso, os rivais trocavam passes na defesa e pouco ameaçavam as áreas um do outro.
Quando o Azulão chegou, aos 40’, Yann Rolim estava livre na área, mas fez o passe precipitado e desperdiçou a chance.
Aos 43min veio a melhor chance do jogo. Rafael Longuine achou a bola na esquerda, se posicionou e arriscou um chute sensacional. Carné espalmou de maneira espetacular para manter o 0 a 0.
Apesar do clima quente nos 5 minutos de acréscimos, nada de novo aconteceu no Trapichão, fora uma finalização de Lucas Marques para longe, lance que encerrou o duelo em um tenebroso 0 a 0.
* Sob Supervisão da editoria de Esportes.