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SOBRE AS ONDAS: PROJETO INCENTIVA MULHERES E JOVENS À PRÁTICA DO SURFE

Segundo Andressa Lima, fundadora do programa, objetivo maior da ação é ajudar as mulheres a se empoderarem e retirar jovens e adolescentes das ruas

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O Escola de Surfe tem os jovens e os adolescentes como público-alvo
O Escola de Surfe tem os jovens e os adolescentes como público-alvo -

O surfe alagoano não para. O projeto Mulheres que Remam traz para as mulheres de Alagoas uma perspectiva diferente sobre a modalidade esportiva. Com o crescimento e a popularização da prática mais cheia de vibe e sal das Olimpíadas, a iniciativa inclui as mulheres, de todas as faixas etárias e classes, e tem como objetivo principal colaborar com a melhora da qualidade de vida e autoestima das inscritas.

Na Praia de Garça Torta, as mulheres recebem instruções sobre a modalidade e também outros serviços, como acompanhamento psicológico, cursos de embelezamento pessoal e primeiros socorros.

Além do Mulheres que Remam, outro projeto faz parte da iniciativa: o Escola de Surfe, que tem como público-alvo os jovens e os adolescentes. As aulas de surfe para esta categoria são ministradas na Praia do Francês.

COORDENAÇÃO

Andressa Lima é coordenadora e fundadora dos dois programas e quando falou à Gazeta de Alagoas, sobre onde quer chegar, afirmou: “O objetivo maior é ajudar as mulheres a se empoderarem e, ainda, retirar as crianças, os jovens e os adolescentes das ruas, mostrando uma outra realidade, com melhores condições de saúde, física e psicológica”.

A empresária multifacetada e fundadora dos dois projetos conversou com a reportagem sobre a empreitada e citou alguns pontos que julga importantes para uma vida mais saudável e mais ativa. Segundo Andressa, o propósito principal do Mulheres que Remam é “resgatar a autoestima das mulheres e colaborar com uma qualidade de vida melhor, junto ao esporte”.

E prosseguiu: “O projeto em si tem como objetivo fazer as pessoas felizes, trazendo sorrisos para o rosto de todos”.

APÓS AS OLIMPÍADAS

O surfe tomou fôlego no Estado, após a entrada da modalidade nas competições olímpicas. Após cair no gosto de todos, a procura pela prática de “pegar umas ondas” também aumentou.

Neste mês de junho, por exemplo, Alagoas foi palco da primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Surfe, o CBSurf PRO. A abertura da competição foi no dia 6 de junho, na Praia do Pontal da Barra, em Maceió, e se estendeu até a tarde do último domingo (12).

Para se ter uma ideia de como a modalidade vem crescendo em Alagoas, o CBSurf PRO teve um número recorde de inscritos: 220 no total, sendo 188 homens e 32 mulheres. Na grande final, os vencedores foram Mateus Sena (RN) e Tainá Hickel (SC).

* Sob supervisão da editoria de Esportes.

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