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Luta greco-romana na Praia de Paju�ara

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ABIDES DE OLIVEIRA Atletas de onze estados disputam, hoje, na Praça Multieventos, na Pajuçara, a partir das 10h, o IV Campeonato Brasileiro de Luta Greco-romana. O evento, realizado pela Federação Alagoana de Lutas Associadas, contará com a participação do lutador Zulu, que participou da última edição do Big Brother Brasil da Rede Globo. Além da competição de greco-romana, será realizada a I Copa Massayó de Luta Livre Feminina, com atletas de Alagoas, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Goiás. Essa é a primeira vez que Maceió sedia uma competição de luta olímpica. ?A diferença entre as duas lutas é que na livre o atleta pode utilizar todo o corpo, na greco-romana o lutador usa somente o corpo da cintura para cima?, diz o presidente da Federação Alagoana, Hudson Jatobá. Um combate na luta olímpicaé realizado em três rounds de dois minutos cada, com 30 segundos de intervalo. Vence a luta quem ganhar dois rounds primeiro. Desconhecido Esporte pouco conhecido e valorizado, a luta olímpica tem poucos praticantes. Em Alagoas, a maioria dos atletas vem de outras modalidades de lutas, como o caratê e o judô. Muitos, afirma Hudson Jatobá, acham que por ser uma luta há golpes traumáticos, como estrangulamentos, chave de braços, chutes ou socos. ?Na luta olímpica o objetivo principal é o domínio de um oponente sobre o outro, obrigando que o adversário encoste os ombros no tapete por um período não inferior a cinco segundos?, relata. Entre os destaques alagoanos no Brasileiro de Greco-romana, está o judoca Ediglydson da Silva Oliveira, vice-campeão da Copa Internacional de Judô de Fortaleza, na semana passada, categoria absoluto. Após as competições deste sábado, a federação vai promover um curso básico de luta olímpica, de 8 a 12 deste mês, na Rua da Praia, 142. As inscrições são gratuitas. Feminino Praticar luta livre ainda é uma barreira para a maioria das mulheres, que sofrem com a resistência e preconceito. Rosa Bandeira e Gleice Rose superaram esses problemas e hoje são apaixonadas por luta livre. ?Para muitas pessoas mulher que pratica luta livre não é mulher. Infelizmente essa é a visão da sociedade. Muita gente nem sabe que o esporte existe, imagine no feminino?, diz Rosa Bandeira. Gleice Rose faz sua estréia em competições, hoje. ?O nervosismo é o único problema, não existe a preocupação do que os outros pensam?, afirma.

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