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Nº 5752
Esportes Presidente da FAF, Felipe Feijó viaja neste domingo (20) para o Catar, onde vai ver de perto a Copa do Mundo

Copa: Eles apostam suas fichas no hexa da Seleção Brasileira!

Otimismo é do presidente da FAF, Felipe Feijó, e dos técnicos de CSA e CRB, Adriano Cabeça e Umberto Louzer

Por Fernanda Medeiros e Guilherme Magalhães | Edição do dia 19/11/2022 - Matéria atualizada em 19/11/2022 às 04h00

/Presidente da FAF, Felipe Feijó viaja neste domingo (20) para o Catar, onde vai ver de perto a Copa do Mundo
/Com passagens por Bugre, Coxa e Chape, Louzer soma ótimos trabalhos na disputa da Série B do Brasileirão
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Mais uma Copa do Mundo tem início neste domingo (20). Ruas enfeitadas de verde e amarelo, produtos alusivos à Seleção Brasileira em alta no comércio. E o coração do torcedor no País do Futebol e suas expectativas para mais um Mundial, desta vez no Catar, como estão? Afinal, já são 20 anos sem que o Brasil levante o caneco de campeão mundial, sem que o torcedor brasileiro ponha o grito para fora: “É (hexa) campeão!”. 

Ao todo são cinco títulos conquistados pela Seleção Brasileira, a grande referência da competição. O Brasil foi vitorioso nas Copas de 1958, 1962, 1970, 1994 e, a última, em 2002. Por isso, as esperanças e aquele friozinho na barriga já toma conta de muitos brasileiros. 

Assim, a Gazeta de Alagoas falou com três personagens que atuam no futebol de Alagoas sobre são suas expectativas em relação a mais uma Copa do Mundo. Se acham que o Brasil tem chance de ser campeão. Um desses personagens é o presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF), Felipe Feijó. Ele, inclusive, viaja neste domingo (20) rumo ao Catar, para assistir à Copa do Mundo, e, claro, ver de perto o time de Tite e companhia em campo. 

“A expectativa está alta. Chegamos muito bem na Copa, temos um bom time e, sem sombra de dúvidas, somos candidatos ao título”, disse Feijó, bastante otimista em relação à conquista do caneco pela Canarinha. 

Outro entrevistado foi o técnico do CSA, Adriano Rodrigues, o Cabeça, efetivado recentemente no cargo, pelo Azulão, após ter comandado o time na reta final da Série B. A Gazeta perguntou ao treinador marujo sobre suas expectativas em relação à Seleção Brasileira. “As expectativas são grandes, até porque esta Copa do Mundo chega com os atletas em alta performance, diferentemente das outras, quando chegavam no final da temporada europeia. E o Brasil chega como um dos grandes favoritos, não só pela tradição, mas porque tem um misto de juventude com remanescentes da última Copa do Mundo”, avaliou. 

O técnico recém-chegado ao CRB, Umberto Louzer, também bateu um papo com a Gazeta. Ainda no período de adaptação em Maceió, o treinador nem titubeou na hora de falar sobre a sua expectativa para o Mundial: “É a melhor possível. Brasil campeão!”. 

A convocação de Tite deixou muitos satisfeitos e outros nem tanto, pois discordaram de nomes chamados pelo treinador. Um dos que gostaram foi Felipe Feijó e ele justificou o porquê de ter se agradado da convocação da Seleção. “Gostei, sim! Acho que o Tite sabe o que está fazendo, ele vive intensamente aquilo lá e, assim como todos nós, brasileiros, tenho a certeza de que ele quer muito ser campeão. E, por isso, buscou levar o que tem de melhor, né?”, comentou o mandatário da FAF. 

E Adriano Cabeça respondeu: “Sim, gostei da convocação. Foi baseada nas análises (do Tite) de três anos de trabalho, entre amistosos e competições. Creio que só faltou o Gabigol, pelo que ele fez durante esses anos pelo Flamengo. Mas, enfim, eu também sei que toda convocação gera discórdias (risos)”. 

Umberto Louzer não ficou atrás dos colegas e foi curto e franco: “Gostei da convocação”. Contudo, logo em seguida complementou, com uma avaliação mais técnica: “A convocação, da maneira que foi feita, permitirá ao Tite variações e estratégias diferentes, sem fugir da estrutura principal, em função de cada adversário, momento do jogo e fases da competição. Tenho certeza que saberá como utilizar cada uma delas!”. 

Sérvia, Suíça e Camarões são os adversários do Brasil na primeira fase da Copa. Qual ou quais são os mais difíceis para a Canarinha, quis saber a Gazeta dos três entrevistados. “Bom, a Copa do Mundo é um negócio à parte, não tem adversário fácil. Se já é assim no futebol de maneira geral, onde nem sempre o melhor time ganha, na Copa fica ainda mais acentuado isso. Assim, tem que encarar todos os jogos como uma final”, avaliou Felipe Feijó. 

“Na 1ª fase acho Sérvia e Suíça. Nas fases seguintes têm França, Alemanha, Espanha, Inglaterra e Argentina, equipes de muita tradição que sempre estão chegando nas fases finais”, respondeu o técnico do CSA. Já Louzer foi bem mais econômico na hora de apontar as possíveis pedreiras que o Brasil pode encontrar pelo caminho e cravou: “Argentina e Alemanha”. 

Com relação às equipes que podem chegar à final, a reportagem perguntou: Brasil e quem? Felipe Feijó, de pronto, respondeu: “Como a França foi a última campeã, acredito que vai querer defender o título, e, então, eu arriscaria Brasil x França na finalíssima”. Adriano também aposta nessas duas seleções como sendo finalistas, mas disse: “Gostaria de uma final entre Brasil e França, mas pode dar Brasil x Alemanha também”. Porém, o técnico do CRB foi para um outro lado e apostou que a Seleção vai encarar a Inglaterra na decisão: “Brasil x Inglaterra. Brasil, campeão”, afirmou. 

Sobre um palpite para o jogo de estreia do Brasil, contra a Sérvia, no próximo dia 24 (quinta), às 16h, Felipe Feijó respondeu, sem pestanejar. “Começaremos com vitória! Dois a zero para o Brasil”. “Estreia é sempre complicado, pelo nível de ansiedade, mas o Brasil vai vencer, por 2 a 1”, emendou Adriano. 

Os torcedores já ficam nervosos de longe, acompanhando os jogos pela TV, colocando aquela fé na Seleção, de longe, e mandando boas vibrações, imagine a emoção de quem estará lá, assistindo a tudo de pertinho, no estádio, como é o caso de Felipe Feijó, que viajará neste domingo (20), para o Catar. No entanto, ele mostrou-se bem tranquilo, garantido que fica calmo nessas ocasiões. “Eu torço bastante, sim, mas não costumo ficar muito nervoso nem ter superstições como alguns. Fico tranquilo”, garantiu Feijó. 

Já Adriano, ao ser perguntado se fica nervoso nos jogos do Brasil, afirmou: “Sim, eu torço muito. É uma tradição assistir (aos jogos) com a família e ter toda uma ansiedade e um nervosismo. Mas, que seja com grandes vitórias e o Brasil o campeão mundial”. 

* Sob supervisão da editoria de Esportes.

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