Esportes
Basquete masculino do Brasil tenta se reerguer para o mundo
Bicampeão mundial (1959 e 1963), três medalhas de bronze olímpicas e primeiro país a derrotar os Estados Unidos, maior potencial do basquete mundial, dentro da casa dos norte-americanos, nos Jogos Pan-Americanos de 1987, o basquete masculino do Brasil vive um momento difícil no cenário mundial. Antes uma das potências do mundo do basquete (até o início da década de 80), hoje o Brasil amarga a modesta 15a colocação no ranking mundial da Federação Internacional de Basquete (Fiba). Atrás de seleções antes sem tradição no esporte, como China, Grécia e França. Das grandes equipes da América, o país, ao lado do Canadá (13o colocado), não figura entre os dez melhores do mundo. Os líderes são os Estados Unidos. A Argentina, atual campeã olímpica, aparece em terceiro lugar. Porto Rico está na nona colocação. O basquete masculino brasileiro vem registrando uma decadência no cenário mundial deste a década de noventa. Nos mundiais de 1994 e 1998, o país não figurou entre os oito melhores. Terminou essas competições, respectivamente, na 11a e 10a colocações. No último campeonato, em 2002, melhorou duas posições, com um oitavo lugar. Outro fator negativo desta realidade é a não classificação para as duas últimas Olimpíadas (2000 e 2004). Antes o Brasil, só havia ficado de fora uma única vez, em 1976, no Canadá.