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Nº 5713
Esportes

Decis�o do Rio-SP est� no bolso dos �rbitros

São Paulo - O regulamento da fase final do Torneio Rio-São Paulo conseguiu gerar uma polêmica inusitada: os cartões amarelos e vermelhos passaram a valer o mesmo que um gol. E, de repente, a punição dos jogadores pelos árbitros começaram a ser tão festeja

Por | Edição do dia 27/04/2002 - Matéria atualizada em 27/04/2002 às 00h00

São Paulo - O regulamento da fase final do Torneio Rio-São Paulo conseguiu gerar uma polêmica inusitada: os cartões amarelos e vermelhos passaram a valer o mesmo que um gol. E, de repente, a punição dos jogadores pelos árbitros começaram a ser tão festejadas quanto um chapéu no zagueiro ou um gol de placa do craque do time. Segundo o regulamento elaborado pela Liga Rio-São Paulo, ganhará a vaga na final do torneio a equipe que tiver menos cartões, caso os dois confrontos das semifinais terminem empatados. Se o regulamento levasse em conta as campanhas que os times realizaram na primeira fase, Corinthians e Palmeiras ficariam com a vantagem sobre seus adversários. A novidade criou uma situação delicada para os juízes, que, com um simples cartão no final do jogo, podem decretar qual equipe irá para a decisão ou até mesmo qual será o campeão do Rio-São Paulo. No último fim de semana, com os empates de 1 x 1 nas duas semifinais, São Caetano e São Paulo saíram na frente de Corinthians e Palmeiras, respectivamente. Motivo: seus jogadores foram mais comportados e levaram um cartão amarelo a menos do que os adversários. No domingo, o placar do Morumbi, além do resultado da partida entre São Paulo e Palmeiras, exibiu ainda o número de cartões amarelos que cada time levou. E a torcida tricolor vibrou como se França ou Kaká tivessem estufado as redes do goleiro Marcos.

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