Esportes
STJD julgar� atletas do Fla e S�o Paulo
Rio de Janeiro - A ?banana? que Júnior Baiano deu para a torcida rubro-negra, após marcar o gol do empate por 1 x 1 com o Cruzeiro, e o pisão do uruguaio Diego Lugano no atacante Leandro, do Fluminense, durante a vitória por 2 x 1 do Tricolor carioca sobre o paulista, podem custar caro aos zagueiros de Flamengo e São Paulo. Ambos serão indiciados pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e julgados na próxima segunda-feira. Esses serão os primeiros casos a serem julgados no Campeonato Brasileiro deste ano. O indiciamento de Júnior Baiano e Lugano foi divulgado na terça-feira, pelo presidente do STJD, Luiz Zveiter, em entrevista à ESPN Brasil. ?Recebi as fitas dos jogos e ambos serão indiciados. O julgamento será na próxima segunda-feira. Acho interessante que a opinião pública cobre algum tipo de punição para atos de indisciplina como estes?. O rubro-negro Júnior Baiano será indiciado por conduta antidesportiva e, caso condenado, poderá pegar um ?gancho? considerável, já que é reincidente. Já o são-paulino Lugano, deve ser enquadrado por agressão ao adversário. BRASILIENSE O Brasiliense corre risco de ser eliminado do Brasileiro no próximo dia 5 de maio. Terça-feira à tarde, o STJD recebeu denúncia da CBF e do Vasco pedindo a punição do clube, novato no Nacional-2005. No domingo, o Brasiliense desrespeitou o regulamento da competição ao cobrar ingressos dos torcedores no empate contra o Vasco, por 2 a 2, no estádio Mané Garrincha, em Brasília. Por ter sido punido pelo STJD em virtude do comportamento de sua torcida na fase final da Série B de 2004, o clube comandado pelo ex-senador Luiz Estevão teria que jogar com portões fechados no domingo, o que não ocorreu. O Brasiliense decidiu cobrar ingresso de sua partida de estréia na Série A após um torcedor ter conseguido na Justiça comum uma liminar do Procon-DF concedendo direito aos torcedores de assistirem ao confronto. No documento entregue pela CBF, a entidade classificou de grave a decisão do Brasiliense. Apesar de Ricardo Teixeira estar no Brasil, o pedido da confederação foi assinado por Nabi Abi Chedid, presidente em exercício.