Esportes
Presidente azulino destitui Andrade e abre crise no clube
FERNANDA MEDEIROS Repórter A destituição do gerente de futebol do CSA, Carlos Alberto Andrade, feita ontem pelo presidente azulino, Gino César, abriu uma forte crise no Mutange e põe em xeque o futuro do clube. O motivo da confusão foi um ofício entregue à Federação Alagoana de Futebol (FAF), desautorizando Andrade a tomar quaisquer decisões na entidade, como representante do CSA. Porém, segundo o comandante da Junta Diretiva de Futebol Profissional, Augusto Farias, se Andrade sair do CSA, ele também sairá, assim como o deputado João Lyra. ?Fui convidado pelo Evandro Lobo [presidente do Conselho Deliberativo] e por João Lyra para vir para o CSA. Aceitei e chamei o Carlos Alberto para trabalhar comigo, pois ele é de minha inteira confiança. Então, se ele sair eu saio e o João Lyra também. Não vou abrir mão disso?, afirmou Farias. Na verdade, a ?ciumeira? no futebol profissional do CSA vinha ocorrendo desde o início da pré-temporada, como a Gazeta de Alagoas noticiou, só que agora veio realmente à tona. ?Temos que deixar de ciumeira, de picuinhas que não levam a nada. Deixem a gente trabalhar em paz?, disse Farias. Segundo ele, a briga teria sido por causa da renda dos jogos do CSA. ?Se estamos investindo no futebol profissional, nada mais justo do que as rendas virem para este departamento?, disse. A Gazeta tentou ouvir Gino César, mas seu celular estava fora de área.