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Major Lucena rebate acusa��o de Jo�o Feij�

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WELLINGTON SANTOS Repórter O major da Polícia Militar de Alagoas Eduardo Lucena rebateu ontem a acusação feita pelo patrono do Corinthians Alagoano, João Feijó, por meio da Gazeta de Alagoas, de que o oficial faria parte de uma quadrilha para aliciar jogadores. De acordo com Feijó, a ?rede? teria como testa-de-ferro o empresário paraibano Rivaldo Ramos e mais o diretor de Futebol do CRB, Ednilton Lins; os empresários José do Egito, José Vergetti e André Alves, além de Lucena. O imbróglio deve-se ao desaparecimento dos jogadores José Fábio Santos de Oliveira e Aragoney da Silva Santos do Corinthians Alagoano. ?A minha participação nesse episódio deve-se ao acompanhamento que passei a dar, a pedido do Ednilton Lins, a um homem de bem que estava se sentindo ameaçado. Esse rapaz a quem ele [Feijó] tanto acusa é um psicológo e oficial do Exército brasileiro?, frisou Lucena, referindo-se a Rivaldo Ramos. ?Minhas filhas pequenas leram a matéria que saiu e perguntaram se eu fazia parte de uma quadrilha. Ele [Feijó] agora vai ter que responder judicialmente, porque já comuniquei ao meu comandante para fazer uma sindicância sobre essa acusação?, relatou. E mais: ?Não quero dar mais detalhes porque depois vão aparecer mais coisas sobre o seu João Feijó?, completou o oficial. Eduardo Lucena disse que conhece todas as pessoas da ?quadrilha? denunciada por Feijó, ?mas tenho uma amizade longa com o Ednilton, de mais de 15 anos, e ele também é um homem de bem?, acrescentou. ?O problema dele [Feijó] foi o fato de eu ter testemunhado e impedido a intimação do Rivaldo Ramos por parte de três policiais civis no Tribunal Regional do Trabalho. Esses policiais estão ligados ao Corinthians?. Segundo Lucena, os policiais seriam ligados ao delegado José Barbosa, da 2ª Delegacia Distrital, na Jatiúca. Lucena é presidente da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal) e tem 17 anos de Polícia Militar.

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