Esportes
Dirigente do Teot�nio garante que atleta joga
WELLINGTON SANTOS Repórter ?O Bebeto vai jogar contra o CSA, sim. Quem achar que tem alguma coisa errada que procure seus direitos, afinal, nós vivemos numa democracia?. A afirmação foi do supervisor do Teotônio, José Vergetti, ontem, sobre a repercussão da suposta irregularidade do jogador Bebeto, meia-atacante do Teotônio, que foi questionada junto ao Tribunal de Justiça Desportiva de Alagoas (TJD-AL) pelo Bandeirante e pelo CSA. A declaração de Vergetti foi também uma resposta às informações de que a própria Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encaminhou declaração admitindo que o atleta ainda tem contrato com o Central de Caruaru-PE. ?Se é assim, basta olhar também no BID da CBF que jogadores como o Sandro Oliveira (CSA) e o Valney, que há muito tempo deixou o CRB, ainda estão no BID com vínculos antigos?, acrescentou o dirigente. ?Nosso time está tranqüilo para esse jogo decisivo e só pensamos em conquistar mais três pontos, porque aí ficaremos com cerca de 30% do caminho andado para a classificação. E o Bebeto vai jogar tranqüilamente, porque o que querem é tumultuar o nosso ambiente?, atestou Vergetti. Recurso Indiferentes ao protesto de Vergetti, CSA e Bandeirante entraram, ontem, com recurso no TJD-AL contra o Teotônio, em relação à suposta irregularidade do jogador Bebeto, no Campeonato Alagoano da 2ª Divisão. ?Eu duvido que o Teotônio coloque o jogador Bebeto para enfrentar o CSA no domingo, depois dessa repercussão. Eles vão inventar alguma contusão ou outra coisa, mas ele não joga?, aposta o vice-presidente do Bandeirante, Manoel Nascimento. De acordo com declaração emitida pela CBF à Federação Alagoana de Futebol (FAF), o atleta José Roberto da Silva de Souza (Bebeto), um dos destaques do Teotônio, possui contrato com o Central de Caruaru-PE, por isso não estaria regularizado na equipe de Teotonio Vilela. ?Diante disso, não tínhamos outra opção a não ser buscar os nossos direitos na Justiça Desportiva?, completou Manoel Nascimento. ?No CSA, trabalhamos de forma profissional. Tudo é feito em consonância com o procedimento exigido pela CBF para a regularização de jogadores?, respondeu, irritado, o supervisor do clube do Mutange, Marcos Lima Verde.