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Nº 5752
Esportes

STJD julga hoje no Rio de Janeiro recurso do CSA

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva julga hoje, no Rio de Janeiro, o recurso do CSA contra a decisão da 1a Câmara Disciplinar, que deu vitória ao Vasco no processo envolvendo o jogador João Carlos. A decisão foi contestada pelo clube alagoano, já qu

Por | Edição do dia 09/05/2002 - Matéria atualizada em 09/05/2002 às 00h00

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva julga hoje, no Rio de Janeiro, o recurso do CSA contra a decisão da 1a Câmara Disciplinar, que deu vitória ao Vasco no processo envolvendo o jogador João Carlos. A decisão foi contestada pelo clube alagoano, já que o Vasco utilizou o jogador de forma irregular na primeira partida entre ambos pela Copa do Brasil, vencida pelo time azulino. O CSA pediu a vaga do Vasco, por entender que o representante carioca deveria perder cinco pontos, mas os auditores que julgaram o processo ignoraram as provas apresentadas e votaram em favor do Vasco. Após o resultado do julgamento, o presidente Euclides Mello rasgou o Código Brasileiro Disciplinar de Futebol, uma forma encontrada para desabafar e protestar contra a injustiça cometida. Hoje, os advogados Aurélio Lages Filho, vice-presidente Jurídico, e Gabriel Capistrano, contratado pelo clube, vão defender o CSA. Esse Tribunal é composto por 11 auditores, dois deles já votaram contra o pedido do CSA, no primeiro julgamento. Como o Vasco foi eliminado pelo São Paulo na Copa do Brasil, uma decisão favorável ao clube alagoano, no julgamento de hoje, dá direito a uma indenização de cerca de R$ 450 mil, correspondente a cotas que o Vasco recebeu por ter se classificado para as quartas-de-final. Mais um O CSA também deverá entrar hoje com um outro recurso na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), pedindo a suspensão do Vasco de todas as atividades esportivas, por dois anos, por ter o clube de São Januário recorrido à Justiça Comum para derrubar a liminar da juíza Maria Esther Cavalcante Manso, suspendendo o jogo Vasco x São Paulo, que acabou sendo realizado. Esse caminho que o Vasco procurou contraria o que determina a legislação esportiva e o caso poderá chegar até a Fifa. “O que o CSA está fazendo é defender apenas os seus direitos”, explica Aurélio Lages Filho.

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