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Vasco quer 3� jogo contra Figueirense

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Rio de Janeiro - O Vasco quer enfrentar o Figueirense pela terceira vez. O time carioca pediu, ontem, a anulação da partida que terminou empatada por 3 a 3 na quarta-feira. A revolta provém dos erros durante o jogo, que foi o ?replay? da partida anulada pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) no escândalo da arbitragem. A reclamação principal de Eurico Miranda, presidente do Vasco, é contra o auxiliar Altemar Hausmann, que não deu uma saída de bola no terceiro gol do time catarinense e anulou um gol de Romário, este ainda no primeiro tempo. A partida foi comandada por Carlos Eugênio Simon, árbitro da Fifa. O presidente da comissão de arbitragem, Édson Rezende de Oliveira, disse que o Vasco está em seu direito de reclamar e afirmou que vai conversar com Simon e Hausmann sobre o jogo. ?O recurso do Vasco vai ser analisado, mas é o STJD que define o que será feito. Entendo a reclamação do Vasco porque aconteceram erros. Vou conversar com o Simon e com o Hausmann para saber o que houve exatamente?. ### CBF diz não ser culpada por prejuízos de jogos anulados O Procon de São Paulo recebeu da CBF resposta ao pedido da entidade sobre os torcedores consumidores que se sentiram lesados pela manipulação de resultados no Campeonato Brasileiro e anulação das partidas. E a confederação se eximiu de qualquer responsabilidade. A resposta veio por meio de um dossiê de 18 páginas, em que CBF alega não ter responsabilidade pelos prejuízos causados aos consumidores com a suspensão dos jogos do Brasileiro. A anulação ocorreu após a confissão do árbitro Edilson Pereira de Carvalho sobre as fraudes cometidas em pelo menos três jogos. A entidade também diz que não teve qualquer lucro nas rodadas remarcadas e que toda a arrecadação, bem como direito de arena e publicidade são contabilizados para os clubes e suas respectivas federações. Ainda segundo o dossiê, cabe à entidade ?apenas? coordenar o campeonato e que, embora seja ela, CBF, responsável pela manutenção do quadro de arbitragem, os juízes escalados não são escolhidos da CBF, já que há sorteio. Na resposta, a CBF sustenta, ainda, que esse tipo de espetáculo não pode ser considerado uma prestação de serviço, e que, com a realização de novos jogos, com portões abertos, o consumidor torcedor terá sido ?duplamente beneficiado?, já que poderá assistir a uma nova partida sem pagar.

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