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Fla teme por seguran�a em cl�ssico

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Rio de Janeiro - O presidente do Flamengo, Márcio Braga, disse que a realização do clássico contra o Vasco, no próximo sábado, em São Januário, é de alto risco. O dirigente acha que a situação dos times no Brasileiro é um motivo a mais para haver preocupação em relação à violência. ?Fico preocupado, pois o momento dos clubes é delicado. Caso haja um perdedor, pode até morrer gente após o jogo. Aí quero ver o que vai acontecer?, alerta. Ele disse que não espera hostilidade contra o time no estádio vascaíno. ?Não temo a recepção dos portugueses, que são pessoas delicadas?. Responsável pelo policiamento nos estádios do Rio, o major Marcelo Pessoa, comandante do Grupamento Especial de Policiamento nos Estádios (Gepe), disse que ainda não definiu o esquema de policiamento para a partida, mas que não teme pela segurança dos torcedores. ?Não tem nada de concreto em relação ao esquema, mas a polícia está preparada para fazer o policiamento em qualquer jogo. Vamos dar segurança aos torcedores, montaremos um efetivo especial para o clássico?, garantiu. INgRessos Preocupado com esse clássico, Márcio Braga está tomando medidas para evitar desastres em São Januário. O departamento de futebol enviou, ontem, uma carta ao presidente do Vasco, Eurico Miranda, solicitando ingressos antecipados. No comunicado, o clube requisita uma carga mínima de cinco mil ingressos para os rubro-negros, a serem vendidos de forma antecipada, para evitar incidentes nas bilheterias do estádio. ### Ponte Preta x São Paulo tem segurança reforçada pela PM A PM de São Paulo preparou um forte esquema de segurança para o jogo de hoje entre Ponte Preta e São Paulo, em Campinas. A partida é uma das 11 que foram anuladas pelo STJD por causa do esquema de manipulação de resultados. No primeiro jogo, a Ponte venceu por 1 a 0. A diretoria do clube está preocupada com um possível aumento da violência após a morte do torcedor da Ponte Preta, Anderson Thomás, por 15 são-paulinos, na segunda-feira, perto do Estádio Moisés Lucarelli. Por esse motivo, já foi acertado com o major Israel Pilmon, responsável pelo esquema de segurança da PM para o jogo em Campinas, que o efetivo da PM será de 450 homens, cerca de 130 a mais do que o previsto. ?Conversamos com o major Pilmon e, além do reforço no policiamento, os bolsões de isolamento entre as torcidas serão ampliados e haverá o controle da distribuição dos ingressos, disse Nenê Tognolo. A diretoria da Ponte também tem conversado com os líderes das torcidas organizadas do clube para apaziguar os ânimos. ?Estamos conversando com o pessoal, especialmente da Torcida Jovem, para que a violência não seja levada para as arquibancadas?, disse Tognolo. O zagueiro do São Paulo Edcarlos ficou preocupado com o risco de violência. ?Se for para acontecer violência, é melhor que o torcedor são-paulino não vá ao jogo, deixem que nós façamos nossa parte no campo e no próximo jogo, no Morumbi, com segurança, eles voltam?.

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