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Nº 5730
Esportes

Pelo hexa, Parreira recorre a Scolari

| FOLHA ONLINE O técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, repetirá na Copa da Alemanha um pouco da estratégia usada por Luiz Felipe Scolari na conquista do pentacampeonato mundial em 2002. Assim como ocorreu com seu antecessor, o treinador

Por | Edição do dia 20/01/2006 - Matéria atualizada em 20/01/2006 às 00h00

| FOLHA ONLINE O técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, repetirá na Copa da Alemanha um pouco da estratégia usada por Luiz Felipe Scolari na conquista do pentacampeonato mundial em 2002. Assim como ocorreu com seu antecessor, o treinador começou a ler o livro A arte da guerra, do filósofo chinês Sun Tzu, escrito há mais de 2.500 anos e que traz a idéia de que um Estado, na época, só possuía chances de prosperar através da batalha. Para Parreira, a Copa do Mundo será uma “verdadeira guerra”. “Temos de estar preparados, com espírito guerreiro. Ninguém vai querer dar de mão beijada o título para o Brasil”, disse, ontem. No Mundial, Scolari reproduziu para os atletas trechos do livro, que ensina a bater os oponentes com o uso do intelecto. Frases extraídas da publicação, como “defendemo-nos quando nossa força é insuficiente; atacamos quando ela é sobeja”, eram ditas ao time antes dos jogos. O destaque dado pelo técnico à obra durante a competição foi tanto que, depois da Copa, exemplares passaram a ser vendidos com um adesivo que trazia, sem autorização do treinador, a inscrição: “O livro do Felipão”. Parreira teve ontem seu primeiro dia de trabalho no ano e declarou que já tem praticamente fechada a relação de jogadores que poderão ir à Copa do Mundo. “Vamos ter dificuldades para fechar o grupo. Temos um elenco de jogadores que esteve conosco nos últimos três anos, mas não há vagas para todo mundo”. O treinador afirmou que o atacante Fred, atualmente no Lyon (França), aumentou suas chances de disputar o Mundial devido à contusão de Ricardo Oliveira. Deu pouca chance a atletas como o atacante Nilmar, do Corinthians, e o goleiro Rogério, do São Paulo. “A tendência é que a seleção seja convocada toda lá fora.”

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