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Nº 5731
Esportes

Gin�stica do Brasil vive uma crise interna

| ESTADO DE SÃO PAULO No início da semana, a presidente da Confederação Brasileira de Ginástica (CBgin), Vicélia Florenzano, foi afastada do cargo por liminar judicial dada pelo juiz Rogério de Assis, da 10ª Vara Cível de Curitiba. A ação foi movida pela

Por | Edição do dia 03/02/2006 - Matéria atualizada em 03/02/2006 às 00h00

| ESTADO DE SÃO PAULO No início da semana, a presidente da Confederação Brasileira de Ginástica (CBgin), Vicélia Florenzano, foi afastada do cargo por liminar judicial dada pelo juiz Rogério de Assis, da 10ª Vara Cível de Curitiba. A ação foi movida pela família Laffranchi, da ex-técnica de ginástica rítmica (GR) Bárbara Laffranchi. Na segunda-feira, os advogados da entidade vão entrar com recurso para Vicélia retomar o cargo, agora ocupado pela vice, Luciene Rezende. “A liminar alega uma série de situações que foram criadas e que o juiz acatou sem nem sequer ouvir Vicélia”, disse Cleverson Teixeira, advogado da CBgin. A família Laffranchi acusou a CBgin de não prestar contas da verba referente à Lei Piva, repassada pelo Comitê Olímpico Brasileiro. “Mas se você não presta conta num mês, não recebe nada no outro”, defendeu Teixeira. A briga entre os Laffranchi e Vicélia começou depois da Olimpíada de Atenas, em 2004, quando a presidente decidiu que a GR passaria a treinar em Vitória e Aracaju e não mais na Universidade Norte do Paraná (Unopar), em Londrina, que pertence aos pais de Bárbara. Bárbara se recusou a seguir como técnica e no início de 2005 os Laffranchi lançaram chapa de oposição à Vicélia, mas logo desistiu de concorrer a eleição.

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