Esportes
Gazeta entra no 2� dia de Copa
| WALMARI VILELA Da Alemanha Sim, Galera!!! Hoje é sábado, dia 10. Superados o estresse e a tensão da 1ª transmissão nesta Copa do Mundo, afinal o compromisso da Rádio Gazeta com os ouvintes e patrocinadores é grande. Entramos no 2º dia da competição com mais dois shows de bola. O primeiro às 10h, transmitindo Inglaterra x Paraguai, direto de Frankfurt. A narração é de Davi Cardoso, parceiro da Rádio Cultura do Nordeste (Caruaru), na rede de transmissão com nossa emissora. Os comentários são de Waldemir Rodrigues. Daremos uma parada para recomeçar a jornada às 15h, direto de Hamburgo, com a estréia da Argentina, contra a Costa do Marfim. A narração é de César Pita e comentários de João Malta. Nesta Copa, nossa estratégia é priorizar a transmissão dos jogos do Brasil, os demais do grupo F, das seleções sul-americanas e os jogos dos escretes considerados concorrentes ao título. Além de transmitir os jogos, estamos apresentando os programas esportivos daqui de Munique, onde está o nosso estúdio no IBC (Centro de Imprensa Mundial). Também participamos dos programas da emissora. Além do material sobre as seleções, temos deixado os ouvintes por dentro do nosso dia-a-dia. O repórter Leonardo Baran passa um pouco da sua experiência em Königstein, onde está acompanhando os treinos do Brasil. Aqui, temos corrido muito para resolver problemas de última hora. A maior dificuldade é o idioma. As línguas mais faladas são o alemão (claro!) e o inglês. O espanhol quase não se fala, o que facilitaria bastante, já que arranhamos um pouco. Daí, a vida da rapaziada fica um pouco difícil, mas todos se viram como podem. Nos últimos três dias têm chegado muitos brasileiros na Alemanha. Pelo menos no Hotel Ibis München City, na Dachauer Street, 21, Centro de Munique, onde estamos hospedados. Aqui uma diária é 149 euros (apto. duplo) e 129 euros (simples), com direito a café da manhã. Munique é uma metrópole de um 1,3 milhão de habitantes, muito fria, gente com jeito bem diferente até dos demais europeus. Bem diferente do povo da França, onde estive na Copa de 1998. Diferente, ainda, dos espanhóis, que têm uma característica mais aproximada de nós latinos. Também estive na Espanha, em 1982. Até agora não sobrou tempo para relaxar, passear e conhecer os hábitos e a cultura da cidade e sua gente. Esperamos que ao longo dos 40 dias que passaremos aqui possamos desfrutar um pouco as belezas, sem esquecer do chope tão famoso no mundo. Por enquanto, só temos saboreado a cachaça brasileira trazida por Arivaldo Maia. Aliás, sobre o ?vaqueiro? falaremos em outras ocasiões, sobretudo de seus dotes culinários.