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Campanha do Vale-lazer tamb�m n�o empolgou
A campanha Cidadão Nota 10 (ou do Vale-lazer) começou a vigorar para o CSA, no jogo com o Bom Jesus, realizado no dia 8 de maio, no Estádio Rei Pelé. Nessa partida, a quantidade de vales apresentada pelos torcedores foi de 1.507 unidades. Já no jogo CSA x CRB o número de vales foi 4.805; contra os corintianos, o total de Vales-lazer foi 1.251; e contra o Penedense, a quantidade caiu para apenas 800 vales. Os números não deixaram os dirigentes azulinos satisfeitos. ?A campanha não empolgou?, disse Edson Nunes. Conforme acordo firmado entre o clube e a Sefaz, o CSA recebeu 50% do valor combinado para toda a competição (R$ 35.000,00). A outra parcela de R$ 17.500,00 será recebida no próximo dia 10. Até lá, porém, o clube vai ter que ?rebolar?? para pagar os prejuízos. ?Além das despesas oriundas dos jogos, temos compromisso com a folha de pessoal, alimentação (que chega a R$ 6.000 mensais), concentração, e outras despesas de menor porte. Aí eu pergunto? O total arrecadado nos jogos dá para quê??, questionou o vice-financeiro Edson Nunes. Prejuízos Nesta fase do Campeonato Alagoano, com oito jogos disputados com mando de campo seu, o CSA tem direito a R$ 4.375,00 por jogo, valor correspondente aos R$ 35.000,00 da campanha Cidadão Nota 10. ?Esse é o único apoio que temos para minimizar os prejuízos financeiros, mas ainda é pouco em comparação com as despesas gastas com a realização do espetáculo?, lamentou o dirigente. Segundo ele, está na hora de a diretoria dos clubes alagoanos e a FAF buscarem alternativas para melhorar o quadro financeiro do Campeonato Alagoano. ?Do jeito que está, não há clube que agüente. É preciso que a FAF se empenhe mais, com os clubes, para conseguir, o mais rapidamente possível, patrocínios para a competição, junto a empresários locais. Temos que fazer um campeonato que realmente seja rentável. Caso contrário, não vale a pena continuar promovendo essa competição?, destacou.