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CSA da era Ferro quer ser como empresa

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| WELLINGTON SANTOS Repórter Desconhecido da imensa maioria da torcida azulina e boa parte da imprensa, ele parece que surgiu do ?nada? e, de repente, caiu no Mutange como um pára -quedas para assumir a presidência do CSA. Resultado: desbancou as especulações de nomes tradicionais e favoritos que circularam na imprensa, como Gino César, Euclydes Mello, Inácio Loyola e Jorge VI e se tornou o mandatário do clube marujo. ### No CSA, salário maior será de R$ 2.500 Ao lado do presidente do CSA, Francisco Ferro, um atencioso diretor e homem forte do futebol azulino, Genilson Sarmento, escutava tudo que dizia o chefe maior na entrevista à Gazeta. Quando chegou a sua vez de ser questionado sobre sua área, as contratações, Sarmento foi enfático e até surpreendente na política salarial que será adotada pelo clube. ?O nosso teto salarial será de R$ 2.500, estourando R$ 3.500. Mas teremos que tirar de outro jogador, porque não adianta pagar mais se não temos caixa. No momento do CSA, a palavra-chave é planejamento?, explica. ///

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