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Brasil enfrenta a China e o salto alto

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Seogwipo, Coréia do Sul - A França perdeu para o Senegal. Portugal foi derrotado pelos Estados Unidos. Camarões suou para vencer a Arábia Saudita, a pior seleção da primeira rodada, por um magérrimo 1 x 0. Luiz Felipe Scolari usou esses exemplos, bateu e rebateu nessa tecla a semana inteira para que o Brasil não entre de salto alto na sua segunda partida na Copa do Mundo. Em vão. O time enfrenta a China, estreante em Mundiais, às 8h30 (horário de Brasília), no Jeju World Cup Stadium, sabendo que vai enfrentar uma das maiores babas da competição. Felipão admitiu que a Turquia teoricamente foi o adversário mais difícil da primeira fase. Além deste fato, a tensão da estréia (agravada pelo corte de Emerson), que inibe tanta gente, já passou. Na verdade, o Brasil encara essa partida como o jogo da classificação antecipada para a segunda fase. ?Temos de ir para cima. Impor o ritmo de jogo e marcar o maior número de gols que pudermos. Não será fácil, mas nós podemos tornar o jogo fácil?. A frase de Ronaldo denota mais fielmente o pensamento da Seleção. ?Temos de fazer o primeiro gol logo. Aí, a China vai se abrir e facilita?, diz Rivaldo. Talvez por excesso de zelo ou por estar realmente treinando o time para as oitavas-de-final, Felipão mantém o esquema com três zagueiros. A única alteração será a entrada de Anderson Polga no lugar de Edmílson, o pior da estréia. O treinador gostou do resto do time. O único jogador que entra em campo correndo riscos é Ronaldinho Gaúcho, que decepcionou contra os turcos. ?Ele está jogando na posição que gosta. Tem sim que aproveitar as oportunidades. O Juninho, por exemplo, aproveitou?, afirma Felipão. O adversário Sob o comando de Bora Milutinovic, a China promete complicar o jogo e sonha em marcar pelo menos um gol. O técnico, que costuma dificultar a vida para o Brasil - dirigiu os EUA na Copa de 1994 e a Costa Rica em 1990, em duas vitórias suadas da Seleção Brasileira por 1 x 0 - irá colocar o time na retranca. Brasil - Marcos; Lúcio, Anderson Polga e Roque Júnior; Cafu, Gilberto Silva, Juninho Paulista, Ronaldinho Gaúcho e Roberto Carlos; Rivaldo e Ronaldo. China - Jiang Jin; Sun Jihai, Fan Zhiyi, Li Weifeng, Chengying, Li Xiaopeng, Li Tie, Xu Yolong, Ma Mingyu, Yang Chen, Hao Haidong. Árbitro ? Anders Frish (Suécia)

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