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Lateral Cafu faz hist�ria na Copa do Mundo da �sia

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Yokohama (Japão) - Três Copas, três finais consecutivas. O lateral-direito Cafu conquistou, no Mundial da Coréia do Sul e do Japão, um feito que nenhum outro jogador havia conseguido na história. As três decisões foram o prêmio para o capitão da seleção em 2002, o melhor da posição que surgiu nos últimos anos no Brasil. Nos EUA-94, apesar de reserva, jogou contra a Itália depois que o titular Jorginho se contundiu. Quatro anos depois, participou da campanha na França-98, quando a seleção foi derrotada na final pelos anfitriões. Nos gramados da Coréia do Sul e do Japão, Cafu foi um dos destaques da equipe. Não marcou, mas deu passe para um gol e foi uma das melhores armas ofensivas do time de Luiz Felipe Scolari em todos os jogos. Em um lance, na semifinal contra a Turquia, Cafu lembrou até mesmo um dos melhores laterais-direitos que já defenderam a Seleção Brasileira, o capitão do título de 1970, Carlos Alberto Torres. Na Copa do México, há 32 anos, Carlos Alberto marcou o quarto gol na vitória por 4 a 1 sobre a Itália. No lance, Pelé rolou para a direita, dentro da área, e o lateral chutou cruzado de primeira. No Japão, Ronaldo rolou a bola para Cafu. A posição era a mesma de 1970, mas o capitão de 2002 não bateu de primeira. Deu um toque a mais e, quando arrematou, permitiu uma defesa do goleiro turco. O bom desempenho de Cafu durante o Mundial asiático vem como resposta a um dos jogadores mais criticados na Seleção Brasileira. Desde que assumiu a posição de titular, o lateral enfrenta reclamações de não saber cruzar ou marcar.

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