Esportes
Uma v�tima da morosidade do governo
Uma verdadeira espécie de motim de dirigentes do CRB e da Federação Alagoana de Futebol (FAF) se levantou, esta semana, como um grito de alerta ao governo estadual, em nome de uma causa: o Estádio Rei Pelé precisa estar liberado para que o representante de Alagoas, o CRB, possa jogar suas partidas no Brasileiro da Série B. O problema é que o prazo estimado por engenheiros e técnicos da obra, que, segundo os dirigentes, está a passos de tartaruga, é longo demais para quem vai precisar do Trapichão em maio, quando começa a competição. ### Obras dependem de um levantamento Segundo secretário-adjunto de Infra-estrutura, valor para a recuperação do Trapichão não é de R$ 70 mil, pois cálculos dos custos totais ainda serão feitos O engenheiro Fernando Nunes, secretário-adjunto de Infra-estrutura de Alagoas, afirmou que o Estádio Rei Pelé precisa de um estudo em sua parte estrutural. Para isso, segundo ele, o Serviços de Engenharia do Estado de Alagoas (Serveal) já entrou em contato com uma empresa especializada em estrutura física. A empresa vai fazer um levantamento dos custos com a obra e quais serviços precisam ser executados. ///