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Brasileiras a 90 minutos do sonhado ouro

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Pequim ? A seleção feminina de futebol do Brasil disputa a final dos Jogos Olímpicos contra os Estados Unidos, em Pequim, hoje, às 10 horas (de Brasília), para deixar para trás definitivamente a reputação de ?geração do quase?. A equipe das estrelas Marta e Cristiane carrega para a decisão, no Estádio dos Trabalhadores, a afirmação como grande força da modalidade, conquistada nos últimos anos, mas também as derrotas em recentes oportunidades em que esteve muito próxima da glória mundial. A base do time titular que disputa a final dos Jogos de Pequim traz muitas remanescentes da equipe que caiu na partida pelo ouro em Atenas-2004 e é praticamente a mesma que foi batida na decisão da Copa do Mundo do ano passado. *** Brasil ? Bárbara; Érika, Renata Costa, Tânia Maranhão; Simone Jatobá, Daniela Alves, Formiga, Ester, Maycon; Marta e Cristiane. EUA ? Solo; Mitts, Rampone, Markgraf, Tarpley; Chalupny, Radiguez, Boxx, Hucles; O?Reilley e Lloyd. ### Vôlei feminino luta para quebrar tabu | DA REDAÇÃO - Com agências de notícias O vôlei feminino do Brasil tem hoje, às 9 horas, mais uma chance de apagar de vez as quatro últimas Olimpíadas, quando a seleção brasileira parou nas semifinais. O adversário desta quinta-feira é a China, atual campeã olímpica e dona da casa. ?A gente está conseguindo fazer boas partidas, mas agora começa outro campeonato?, afirmou a líbero Fabi. O Brasil é o atual campeão do Grand Prix, título conquistado no mês passado, é vice-campeão mundial e líder do ranking da Federação Internacional de Vôlei. Apesar dos bons resultados, o time nunca conseguiu chegar a uma final de olimpíada. ### Vôlei passa pela China e enfrenta Itália | UOL Pequim ? A seleção brasileira masculina de vôlei não deu chance para a zebra nos Jogos Olímpicos de Pequim. Ontem, a equipe do técnico Bernardinho derrotou a China, por 3 sets a 0, com parciais de 25-17, 25-15 e 25-16, e se classificou para as semifinais da competição. Amanhã a equipe irá enfrentar a Itália. Na outra partida os Estados Unidos jogarão contra a Rússia. As quatro seleções foram semifinalistas nas Olimpíadas de Atenas, em 2004. Mas os confrontos foram diferentes. O Brasil enfrentou os EUA e a Itália a Rússia. No resultado final: Brasil campeão, Itália vice e Rússia bronze. O destaque brasileiro no jogo foi o bloqueio. O País marcou 12 pontos no fundamento, sendo cinco de Gustavo e quatro de Dante, enquanto a China não marcou nenhum. ### Brasil tem dia decisivo nas Olimpíadas | UOL São Paulo ? Até agora, o hino brasileiro foi tocado uma vez nas Olimpíadas de Pequim. Só por causa de César Cielo, vencedor dos 50m livre da natação. O clima de frustração levou até a um protesto no site do COB, feito por hackers, na última terça-feira. A delegação terá neste 13º dia olímpico uma programação decisiva para definir se os Jogos de 2008 irão para a história como a melhor performance do País em todos os tempos (que pertence a Atenas-2004, com cinco ouros) ou se a atuação lembrará mais as Olimpíadas de Sydney-2000 (quando o País não obteve ouro, saindo com seis pratas e seis bronzes). ### Bolt vence e se iguala a Carl Lewis | UOL Pequim ? O jamaicano Usain Bolt, mais uma vez, não precisou se esforçar. Venceu a final dos 200m rasos, ontem, com facilidade, conquistou sua segunda medalha de ouro olímpica e, para completar, ainda se igualou ao maior atleta da história. Com os ouros das provas de 100m e 200m em Pequim, o jamaicano se torna o primeiro atleta desde Carl Lewis, em Los Angeles-84, a fazer a dobradinha das duas provas mais rápidas dos jogos. Após a tradicional brincadeira antes da prova, fazendo gracejos para as câmeras, o velocista dominou a prova de modo muito mais sério do que nos 100m. Deu resultado: bateu o recorde mundial com 19s30, repetindo o que já fizera na prova mais rápida do atletismo. Ele melhorou em dois centésimos a marca do norte-americano Michael Johnson, que fez 19s32 em Atlanta-1996. ### Nadadora reclama de desunião de brasileira | GLOBOESPORTE.COM Pequim ? Um dos lemas das Olimpíadas é a união. Mas nem sempre os atletas conseguem seguir esse espírito olímpico. A prova de maratona aquática dos Jogos de Pequim, por exemplo, terminou com um clima pesado entre as duas representantes brasileiras Ana Marcela e Poliana Okimoto, quinto e sétimo lugares, respectivamente. As brasileiras chegaram a brigar pela medalha de bronze, mas a forte rivalidade acabou atrapalhando o caminho de pelo menos uma delas ao pódio. ?Se a gente tivesse feito um jogo de equipe, teria sido muito melhor. Mas isso não acontece porque no Brasil é diferente. Na Grã-Bretanha eles querem sempre o melhor. No Brasil é cada um por si?, reclamou Ana Marcela, que terminou em quinto. Já Poliana Okimoto saiu da água sem dar declarações à imprensa. ///

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