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Maurren Maggi voa para salto hist�rico da mulher brasileira

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Pequim ? Maurren Maggi até resistiu. Os primeiros versos ela cantarolou com o sorriso abertíssimo. Passou pelas ?margens plácidas?, pelo ?brado retumbante?, pelo ?desafia a própria morte?, mas, na ?terra adorada?, desmanchou. Pôs a mão no rosto. As lágrimas desceram, invencíveis, centímetro por centímetro. Como se descesse junto a imensa ficha... o título olímpico, a vitória eterna, a medalha de ouro inédita. Um centímetro tinha mudado sua vida. Aqueles trinta segundos de hino nacional condensado ecoavam Brasil afora. Maurren Maggi, suspensa por doping; Maurren Maggi, dois anos distante do esporte; Maurren Maggi, sete metros e quatro centímetros no primeiro salto. Foi uma volta por cima, ou um vôo por cima. Que desagradou a uma brasileira: ?Mamãe, eu queria a de prata?, disse a pequena Sophia, de três anos, do outro lado do planeta, para deleite de um País. Faltavam cinco saltos para cada adversária. ### Doze atletas em busca de uma medalha Doze mulheres em busca da distância. Lebedeva tentou. Queimou. E queimou. Quatro saltadoras foram eliminadas ? a brasileira Keila Costa entre elas, que ficou em 11º lugar, com 6,43m. Apenas oito teriam direito a mais três saltos. A nigeriana Blessing Okagbare chegou a 6,91m e ficou com o bronze. Maurren queimou três saltos até que, no quinto, foi econômica: 6,76m. A prata estava garantida ? mas havia Lebedeva, que tinha uma última chance. Lebedeva, campeã olímpica em Atenas, correu. E saltou. E voou. Aterrissou perto da marca dos sete metros, criando suspense. E veio o resultado: 7,03m ? um imenso centímetro a menos que Maurren. Um imenso centímetro de ouro. Maurren abriu os braços e o sorriso. Correu para abraçar seu técnico Nélio Moura, cercado de atletas brasileiros. ### Meninas do Brasil buscam ouro inédito | UOL Pequim ? A seleção feminina de vôlei do Brasil disputa hoje, às 9 horas (de Brasília), o título mais importante de sua história. No Ginásio da Capital, a equipe vai enfrentar os Estados Unidos, na final dos Jogos Olímpicos de Pequim. Duas vezes medalha de bronze nas Olimpíadas (em Atlanta-1996 e Sydney-2000) e duas vezes vice-campeão mundial (no Brasil-1994 e Japão-2006), o Brasil pode alcançar a glória máxima na China. Uma glória rara entre as mulheres do País. Até hoje, apenas Jackie Silva e Sandra Pires, no vôlei de praia, em Atlanta-1996, e Maurren Maggi, ontem, no salto em distância, em Pequim-2008, conseguiram subir ao topo do pódio. ### Vôlei masculino vence Itália e quer o tri | UOL Pequim ? Demorou sete jogos, mas o verdadeiro voleibol do Brasil finalmente apareceu nos Jogos Olímpicos de Pequim. E justo no momento que mais precisava ser mostrado. Ontem, a equipe masculina fez uma grande partida, venceu a Itália por 3 sets a 1 (19-25, 25-18, 25-21 e 25-22) e se classificou para decidir a medalha de ouro contra os Estados Unidos. Depois de um primeiro set ruim, a equipe brasileira se encontrou em quadra. Com grandes atuações do ponteiro Giba e do meio-de-rede Gustavo, o time mostrou, pela primeira vez na China, porque domina o cenário internacional do vôlei há sete anos. E por que é o favorito ao ouro em Pequim. ### Futebol é bronze e Dunga convoca time | UOL Xangai. China ? Três dias após o duro golpe da derrota para a Argentina na semifinal, a seleção brasileira olímpica de futebol masculino reuniu força e motivação para bater a Bélgica, ontem, por 3x0, em Xangai. O resultado confere ao time a medalha de bronze dos Jogos de Pequim, espécie de prêmio de consolação para a equipe que cruzou o mundo atrás do inédito ouro no torneio olímpico de futebol. Gols do meia Diego e do atacante Jô selaram a vitória brasileira diante dos belgas. O jogo foi a reedição da estréia olímpica das duas seleções, na primeira fase. Na oportunidade, o Brasil venceu os belgas, 1x0. ///

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