BOM DESEMPENHO
Mundial de atletismo paralímpico: Brasil ganha mais 14 medalhas
Delegação brasileira subiu ao pódio 14 vezes nessa terça-feira (30), ao conquistar três ouros, sete pratas e quatro bronzes
O Brasil fez história no quarto dia de competições do Mundial de Atletismo Paralímpico, realizado na Índia. A delegação faturou 14 medalhas nessa terça (30), sendo três de ouro, sete de prata e quatro de bronze. Além dos recordes quebrados, o dia ainda foi marcado por dobradinhas verde e amarela no pódio.
OS BRASILEIROS
Beth Gomes conquistou a medalha de prata no arremesso de peso F53 (que competem sentados). A brasileira teve como melhor marca 7,78m e foi superada somente pela mexicana Gloria Zarza, que fez 7,97m. Matheus de Lima conquistou a prata nos 100m T44 (deficiência nos membros inferiores sem a utilização de prótese). Ele fez a prova em 10s99 e cravou o novo recorde das Américas.
Já Claudiney Batista era o favorito na prova do lançamento de disco F56 (que competem sentados) e chegou ao seu quarto ouro em Mundiais. Na final dos 400m T20 (deficiência intelectual), Daniel Tavares Martins conquistou a prata ao cruzar a prova na 2ª colocação, com o tempo de 47s50.
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Ricardo Mendonça levou seu segundo ouro no Mundial ao vencer a disputa dos 200m T37 (paralisados cerebrais). Ele completou a prova em 22s77. Rayane Soares também conquistou a prata nos 200m, com o tempo de 25s24.
João Matos Cunha, de 17 anos e 10 meses, conquistou sua 2ª medalha de prata na competição, nos 100m T72 (petra). E Edenilson Floriani ficou com o bronze no lançamento de dardo F44 (deficiência nos membros inferiores) e, de quebra, bateu o recorde mundial da sua classe por duas vezes na prova.
Em uma prova marcada por reiniciar duas vezes, Fabrício Ferreira conquistou o bronze nos 100m T13 (deficiência visual) com a marca de 11s00. Já Giovanna Boscolo manteve a posição que havia sido em Kobe 204 e ficou com o bronze no lançamento de club F32 (paralisados cerebrais), com a marca de 27,09m.
Verônica Hipólito cruzou a linha de chegada dos 100m T36 (paralisados cerebrais) na terceira posição e levou o bronze, com o tempo de 14s77. E a dupla Yeltsin Jacques e Júlio César Agripino conquistaram o ouro e a prata na final dos 1.500m T11 (deficiência visual), com os tempos de 4min02s02 e 4min05s61, respectivamente.