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Atleta sair pelos fundos � rotina em AL

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Clubes fragilizados administrativa e financeiramente, empresários e olheiros oportunistas, jogadores e familiares que, muitas vezes, deixam-se levar por propostas mirabolantes com a possibilidade de jogar em um grande clube do País ou do exterior. E o resultado final dessa equação é quase sempre do mesmo modo, principalmente aqui em Alagoas: o jogador foge do clube que o ?acolheu? pela porta do fundo, como o episódio que veio à tona essa semana do volante Jonnatann, ex-CRB, e que tinha contrato com o Galo até 2012. O volante fugiu da concentração às vésperas de um importante jogo, na terça-feira. Esse tem sido o coquetel explosivo dos episódios sucessivos ocorridos principalmente nos grandes times da capital, como CSA e CRB, ao longo dos últimos tempos. No contraponto, os clubes são acusados de não recolherem os encargos sociais e atrasar sucessivamente os salários dos atletas, problema que abre brecha para os empresários e advogados de plantão tirarem o jogador do clube. ### Nem a base dos clubes escapa da ação dos olheiros No CSA, a situação não é diferente. Em 2007, dois jogadores da escolinha deixaram o clube pela porta dos fundos. Keivinho, atacante, então com 14 anos, foi levado, segundo a direção azulina, para o Internacional-RS. ?Hoje, soubemos que ele voltou a Alagoas, mas não sabemos onde ele está?, disse Mendes, professor da escolinha do CSA e técnico do time infantil azulino. Na época, foi acusado de levar o jogador, pela direção de futebol amador do CSA, o ex-árbitro e hoje empresário de futebol Pedro di Grande. O atacante Baiano, hoje com 17 anos, abandonou o CSA em 2005. ?Ele também foi para o Internacional-RS. Lamentamos essas situações, porque ninguém sabe quem são esses olheiros que aparecem e levam os jogadores?, afirmou Mendes. ///

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