DE VOLTA AOS TREINOS
CSA inicia treinos para encarar a Juazeirense-BA
Azulão entra em campo no próximo sábado (2), pela Série D do Brasileiro
Depois do empate com o CSE, no sábado (25), por 1 a 1, no Estádio Rei Pelé, em Maceió, pela Série D do Brasileiro, o CSA iniciou a preparação para o jogo contra a Juazeirense, que ocorrerá no próximo sábado (2), às 18h30, também no Rei Pelé, pela 5ª rodada da competição nacional.
O elenco azulino se reapresentou na manhã dessa segunda-feira (27), quando os jogadores fizeram um trabalho na academia e, em seguida, foram ao campo do CT Gustavo Paiva. Todos os atletas participaram dos treinos, pois, segundo o clube, estão liberados pelo Departamento Médico.
Nesta terça-feira (28), os treinamentos serão realizados também no período da manhã. Já na quarta-feira (29), haverá atividades apenas à tarde. Na quinta (30) e na sexta-feira (1º), os treinamentos ocorrerão pela manhã.
REFORÇOS
Por outro lado, a direção azulina trabalha para contratar o atacante Lucas Lima, do Marília, uma vez que a diretoria desistiu do centroavante Clessione. A negociação com Lucas Lima está em andamento, mas, por enquanto, não existe nada oficial.
Após a partida contra o CSE, o técnico do Azulão, Moacir Júnior, falou justamente sobre reforços. Ele afirmou que houve um “leilão” na negociação de Clessione e que o valor pedido foi superior ao que o CSA dispõe. O comandante disse que reforços devem chegar nos próximos dias para elevar o nível do elenco azulino.
“Precisa trazer reforços, no mais tardar, no returno, para que a gente entre no mata-mata com a equipe mais ajustada. CSA e América-RN não entraram em um leilão, e temos que entender os limites que a diretoria tem. Peço e discuto a questão dos reforços, mas não posso colocar uma faca no pescoço e pagar o que não é devido. Estou aqui para trabalhar de uma forma direcionada, cobrar direção e atletas e apoiá-los”, afirmou Moacir Júnior.
Ele também lamentou o tropeço em casa contra o CSE e afirmou que a equipe azulina vive um momento de oscilação no certame. Ainda assim, avalia que este é o “momento certo” para tropeçar, considerando que não se pode vacilar em etapas mais decisivas.
“O objetivo era fazer os três pontos. A gente está a três pontos do quinto colocado (Jacuipense), mas projetamos um trabalho que resultasse em uma vitória. O pessoal quer muito acertar, não consegue e acaba gerando um pouco de ansiedade. É um momento em que a gente oscila na competição, mas pode oscilar. Não se pode oscilar quando chegar a hora da verdade. É trabalhar, buscar o que precisa ser buscado e, no próximo jogo, apresentar um futebol mais rápido e fazer os gols”, observou.