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CALDEIRÃO CULTURAL

Copa 2026: Seleção terá companhia de adversárias em sede

Brasil está no Grupo C, que reúne Marrocos e Haiti, e estado de Nova Jersey ainda receberá o Senegal durante o Mundial

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Seleção Brasileira terá sua base no CT do New York Red Bulls
Seleção Brasileira terá sua base no CT do New York Red Bulls | Foto: Rich Storry/Getty Images

Será um verdadeiro caldeirão cultural em Nova Jersey, com Marrocos e Haiti se juntando a Brasil e Senegal ao estabelecerem seus centros de treinamento no estado para a Copa do Mundo deste verão, informou o The Athletic nessa terça-feira (5). Brasil, Marrocos e Haiti foram sorteados no Grupo C do torneio.

A Seleção Brasileira ficará baseada no CT do New York Red Bulls, em Morris Township, antes de seus dois primeiros jogos da fase de grupos: no dia 13 de junho, em East Rutherford (Nova Jersey), e no dia 19 de junho, na Filadélfia. Marrocos montará sua base na Pingry School, uma escola preparatória privada próxima a Bridgewater Township, enquanto se prepara para sua estreia na fase de grupos contra o Brasil, em East Rutherford.

O Haiti ficará na Stockton University, em Galloway – local que recebeu o Flamengo no Mundial de Clubes. A equipe haitiana estreia no dia 13 de junho contra a Escócia, em Foxborough (Massachusetts), antes de enfrentar o Brasil na Filadélfia. Já Senegal, que está no Grupo I, terá como base a Rutgers University, em Piscataway, enquanto se prepara para jogos consecutivos em East Rutherford: no dia 16 de junho, contra a França, e no dia 22 de junho, contra a Noruega.

TORCIDA BRASILEIRA EM BAIXA

O futebol ainda move o Brasil, mas já não o une como em outros tempos. Uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos Aplicados de Marketing (CEAM) da ESPM-SP revela que o monopólio da Seleção Brasileira no coração dos torcedores está sofrendo rachaduras. Embora a fidelidade ainda seja majoritária, 10% dos entrevistados afirmam que não torcerão exclusivamente pelo Brasil na Copa do Mundo.

O dado acende um alerta para a CBF: o desinteresse está diretamente ligado à performance. Entre os torcedores que avaliam o time com nota 4 ou menos, o índice de fidelidade despenca para 57,4%. Caso o Brasil seja eliminado, o “plano B” dos brasileiros já tem destino: 3% migrariam para seleções europeias e 2,5% cruzariam a fronteira da rivalidade para torcer pela Argentina.

O estudo, que ouviu 400 torcedores de todas as regiões do país, mostra que a desconfiança nasce de uma desconexão geracional. Para 67% dos brasileiros, a Seleção já foi muito mais importante no passado.

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