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ASA perde e Am�rica fica em vantagem

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O domingo para o ASA foi um daqueles dias em que nada ? ou quase nada ? dá certo. Apesar de aparentemente ter entrado ligado e até dominar o jogo até os 10 minutos do 1º tempo, inclusive ao perder um gol com a trave aberta, foi o América-MG que usou de sua experiência e deixou a situação do time alagoano difícil para a segunda partida, que vai definir o campeão da Série C. Com tranquilidade, o time mineiro fez 3x1 e pode perder por até 2x0 para levantar o caneco da competição. Ao ASA só interessa vencer por uma diferença de três gols, repetir o placar a seu favor (3x1) e levar aos pênaltis, ou ainda vencer por uma diferença de dois gols, desde que faça mais gols na casa do adversário, como, por exemplo, 4x2, 5x3 e assim por diante. ### Repórteres agredidos e queixa contra a FAF O dia de domingo, no Coaracy da Mata, guardava mesmo um mau presságio. Depois do primeiro gol sofrido pelo ASA, estourou uma confusão generalizada à beira do gramado, envolvendo um dos dirigentes da Federação Alagoana de Futebol (FAF), Júnior Beltrão, o delegado do jogo, Davi Holanda, o jornalista Roberto Baía e o repórter fotográfico Carlos Alberto, além dos PMs do Batalhão de Operações Especiais (Bope), acusados pelos profissionais de promoverem uma verdadeira sessão de espancamento, às vistas do público e, principalmente, durante a condução até os vestiários. De acordo com o que apurou a Gazeta, tudo começou com uma garrafa de água mineral lançada por um amigo do jornalista Roberto Baía em direção ao local onde ele estava sentado, à boca do túnel. De imediato, o jornalista fez o recipiente retornar a quem jogou. O problema é que, no trajeto, parte do líquido resvalou no árbitro reserva. ### ?Basta de violência contra jornalistas? Indignado com mais um ato de truculência da Polícia Militar e da Federação Alagoana de Futebol contra profissionais da imprensa, o Sindicato dos Jornalistas de Alagoas vem a público repudiar as agressões sofridas no último domingo, pelos repórteres Roberto Baía e Carlos Alberto de Oliveira, quando faziam a cobertura da partida entre ASA e América Mineiro, na cidade de Arapiraca. Sem qualquer explicação por parte dos dirigentes da Federação, os dois profissionais foram expulsos do estádio e covardemente espancados pelos policiais militares, numa demonstração de despreparo e abuso de poder das respectivas autoridades. Esta não é a primeira vez que dirigentes da Federação e Polícia Militar protagonizam cenas de ameaça e ataque à imprensa. ///

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