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Fatos & Notícias

Confira os destaques da política alagoana #FN18032020

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Por FATOS & NOTÍCIAS | Edição do dia 18/03/2020 - Matéria atualizada em 17/03/2020 às 22h27

Com dinheiro em caixa e com a ajuda do governo federal que está enviando inicialmente R$ 7 milhões para o combate ao coronavírus, resta ao governador Renan Filho comandar esta guerra que ameaça, entre tantos outros segmentos, a população alagoana. Possibilitar o aumento de leitos em hospitais, manter os estoques de álcool gel e máscaras para atender os agentes de saúde e a população de riscos, são apenas algumas medidas práticas que devem ser tomadas, já.

A missão, para evitar consequências maiores, deve ser deflagrada em todos os níveis, e o governo de Alagoas passa a ser o responsável pelas medidas preventivas que sejam adotadas. Se as secretarias de Saúde do Estado e dos municípios vão cumprir com as recomendações do Ministério da Saúde e essa logística, é outra história. O que os alagoanos pretendem é superar essa crise.


MÃOS À OBRA

O governo de Alagoas deve ser ágil e preterir atracação de navios turísticos principalmente oriundos da Europa e esquecer, momentaneamente, o que o Estado pode faturar com isso. As medidas devem ser amplas e radicais e devem seguir as orientações do Ministério da Saúde. A hora é de união de esforço, de trabalho. Só assim o Estado poderá superar as dificuldades que atingem todos os setores, indistintamente.


HORA ERRADA

Alguns comerciantes inescrupulosos estão triplicando os valores das vendas de frascos do álcool em gel. Um absurdo! O aumento chega a mais de 300% e praticamente o produto desapareceu de farmácias e supermercados. Um bom momento para o Procon atuar com rigor.


A SOLUÇÃO DO VICE

O vice-governador e secretário de Educação, Luciano Barbosa, antes de suspender as aulas, tinha encontrado uma solução prática e muito simples para proteger os alunos da rede pública estadual contra o coronavírus. Como nem sempre os ônibus que transportam os alunos estão disponíveis pela falta de pagamento aos motoristas, ele havia optado pelo confinamento da rapaziada durante um bom período. Resolveria o problema e empurraria com a barriga os compromissos com os credores..


FALHA

A falta de material de proteção para agentes de saúde denunciada pelos órgãos de comunicação demonstra que alguns gestores não estão muito preocupados com a pandemia do coronavírus. O Ministério Público, órgão de defesa da sociedade, deve ficar alerta para os absurdos que estão acontecendo por aí.


MOROSIDADE

O Ministério Público de Alagoas (MP/AL) instaurou um inquérito civil para investigar a morosidade na liberação de corpos do Instituto Médico Legal (IML) de Maceió, após diversos relatos acerca do problema, que vem causando transtornos a familiares que necessitam dos serviços do órgão.


MOROSIDADE 2

O MP também deve investigar a falta ou falha de planejamento por parte da administração pública na prestação do serviço em prever as carências e necessidades no serviço público prestado pelo IML e na necessidade de nomear a reserva técnica do último concurso da Perícia Oficial.


SENHOR MORTO

Por causa da pandemia de coronavírus, o arcebispo metropolitano de Maceió, Dom Antônio Muniz, anunciou o cancelamento da procissão do Senhor Morto, que marca a Semana Santa, não será realizada. Casamentos e batizados já agendados, além de missas em mais horários, podem ser mantidos, a depender do entendimento de cada paróquia.


» A Igreja Católica também suspendeu eventos, encontros e retiros com concentração para mais de 500 pessoas, além do cancelamento de encontros com mais de 100 pessoas em recintos fechados.

» Outra medida que vem sendo adotada por Paróquias e santuários é a ampliação do horário das missas para evitar aglomeração de fiéis. A comunhão está sendo feita na mão do fiel. A orientação é que os fiéis evitem aperto de mão e abraços da paz.

» Com a decisão do governo peruano de interditar as fronteiras do país por 15 dias, devido ao coronavírus, vários brasileiros estão impedidos de retornar ao Brasil. Entre eles, as alagoanas Laís Góes e Patrícia Santana, que se encontram restritas à movimentação no distrito de Miraflores, em Lima, no Peru.

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