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Fatos & Notícias

Confira os destaques da política alagoana #FN11042020

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O governador Renan Filho deve estar completamente arrependido de ter, durante todos esses anos em que governa Alagoas, desviado recursos do Fecoep para construir estradas e Centros Integrados de Segurança Pública, em detrimento da construção de hospitais e de pequenas outras unidades para atender população alagoana na área de saúde.

Agora, quando o sapato aperta, como diz o velho ditado, corre para concluir o Hospital Metropolitano, que tem um atraso nas suas obras de mais de quinze meses.

Arrependido, mesmo que não tenha muito que explicar à sociedade alagoana, o governo sabe que se tivesse aceitado recursos da União e utilizado o Fecoep para projetos sociais, Alagoas provavelmente não estaria nessa situação de risco e dificuldades.

ANTECIPAÇÃO FORÇADA

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O atraso nas obras do Hospital Metropolitano que o governo chama de “antecipação da inauguração” é uma forma de tirar o peso da consciência e não vir a ser responsabilidade futuramente por negligência administrativa.

RECEIO DA FISCALIZAÇÃO

Quando decidiu rejeitar recursos federais para concluir as obras do Hospital Metropolitano, o governo de Alagoas sabia que os órgãos de fiscalização iriam atuar de forma rigorosa nas obras e mais ainda na aquisição de equipamentos e isso deu a entender que o Estado não estava disposto a prestar contas centavo por centavo ao governo federal.

CRIME

A Assembleia Legislativa de Alagoas, por meio de seus deputados, deveria instalar uma comissão de sindicância para apurar as responsabilidades do governo no desvio de recursos do Fecoep para outras finalidades.

NADANDO EM DINHEIRO

Sem fazer muito esforço o governo de Alagoas teve o seu caixa reforçado com a suspensão do pagamento da dívida ao Tesouro Nacional, assim como outros Estados da Federação. Com os cofres abastecidos, Renan Filho aguarda tão somente passar a crise da pandemia para sair por aí realizando obras que se transformem em votos nas próximas eleições.

FECHAMENTO TEMERÁRIO

Embora não queira abrir mão do seu decreto prorrogado até o próximo dia 20 de abril que estrangula o comércio e a indústria, o governador Renan Filho sabe da encrenca que está se metendo. Serão milhares de trabalhadores que já começam a perder seus empregos e centenas de empresas que não sabe mais se reabrem as suas portas.

CONTRASSENSO

Enquanto casas comerciais e indústrias nada rendem e produzem, as feiras livres em todo o Estado, inclusive em Maceió, permanecem sem alteração, com o povo exposto à contaminação da Covid – 19. E quais as providências do governo? Ao que parece, nenhuma até o momento.

GOVERNO AUSENTE

Quem circular pela periferia de Maceió, principalmente na parte baixa da cidade, dá para notar a ausência do governo em projetos sociais. São os excluídos que perambulam pela região mendigando um prato de comida. Os projetos do Fecoep nunca apareceram por aquelas bandas.

RETORNO DIFÍCIL

Para o presidente da Aliança Comercial, Guido Santos, não existe a menor perspectiva de muitas lojas voltarem a funcionar após a crise. As mais atingidas são as micro e pequenas empresas que não possuem capital suficiente para cumprir com suas obrigações financeiras, incluindo aí impostos e folhas de pagamento.

» O governador Renan Filho anunciou o retorno das obras do Hospital Metropolitano, mas nada disse sobre alguns setores que foram embarcados pela prefeitura de Maceió e que até agora não foram solucionados pela empresa construtora.

» Depois da pandemia da Covid – 19 ninguém mais falou sobre as Operações Polícia Federal que descobriram desvios de recursos públicos em várias áreas, especialmente da Educação, comandada pelo vice-governador Luciano Barbosa.

» Por falar em Luciano Barbosa, ninguém sabe mais como anda o inquérito que apurou desvios de recursos nas compras de órteses e próteses em que está diretamente envolvida Lívia Barbosa, a filha do vice, que cumpre pena de prisão domiciliar.

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