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Confira os destaques da política alagoana #FN28042020
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A ineficiência que tomou conta do serviço público de Alagoas e atingiu principalmente neste momento de crise a área de saúde, são problemas que remontam de meses atrás.
O alerta há algum tempo foi dado pelo governo federal antes da pandemia, quando foram suspensos R$ 5,9 milhões para atender uma das principais ferramentas de saúde, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência em Maceió – Samu, que é administrado pela secretaria do Estado da Saúde do governo de Renan Filho.
Esse exemplo por si só, já dá para visualizar como andam a prestação de serviços à população, principalmente numa crise que atinge a tudo e a todos. Isso demonstra que o governo negligenciou nos serviços básicos a toda a sociedade e que, agora, corre contra o tempo para fazer o dever de casa.
SEM JUSTIFICATIVA
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À época da suspensão dos recursos para o Samu, o secretário da Saúde, Alexandre Ayres, levou um puxão de orelhas de auditorias federais, para que fizesse a coisa certa. Paralelamente, a própria Saúde foi alvo de operações da Polícia Federal que investigou desvio de recursos públicos naquela secretaria.
APERTO
A situação se complicou tanto nos últimos meses, que recentemente o secretário Alexandre Ayres se viu sentado numa audiência no Ministério Público do Trabalho para responder ou até mesmo justificar sobre a falta de equipamentos de proteção individual para os abnegados servidores do Samu.
ACÉFALO
Se com Renan Filho e secretários próximos a ele a situação de gerenciamento era complicada e ficava muito a desejar, imagine agora com boa parte no isolamento por contaminação do coronavírus.
CUIDADO REDOBRADO
Com a cúpula no estaleiro, o governo do Estado deve redobrar os cuidados com as prestações de contas no estado de emergência. Se no dia a dia a Polícia Federal teve que intervir para apurar irregularidades nas órteses e próteses por aí afora, imagine-se agora se podendo comprar sem a necessidade de processo licitatório.
ENERGIA
Os serviços de leitura e entrega das contas de energia continuam sendo realizados normalmente pelos colaboradores da Equatorial para os clientes que possuem medição externa. As atividades seguem em curso com autorização da Aneel. A empresa diz estar adotando medidas para proteger tanto os profissionais da distribuidora, quanto os clientes, implantando ações de prevenção ao coronavírus e seguindo as orientações dos órgãos de saúde.
MERENDA
A Defensoria Pública do Estado (DPE/AL) recomendou que 53 municípios alagoanos garantam, ininterruptamente, o fornecimento de merenda escolar aos estudantes de escolas públicas das redes municipais de ensino durante a suspensão das aulas em virtude da pandemia do Covid-19.
MERENDA 2
Das recomendações expedidas, 18 municípios informaram que estão entregando os alimentos ou estão tomando providências para dar início à distribuição. Quatro municípios afirmaram não ter condições financeiras de arcar com os custos da distribuição de alimentos aos alunos.
ALERTA
A Defesa Civil de Alagoas está enviando gratuitamente mensagens de texto para celulares cadastrados com dicas de medidas de prevenção contra o novo coronavírus. O sistema é o mesmo que emite os alertas sobre chuvas.
» Abrigos em Maceió suspenderam as visitas para idosos durante a pandemia. Outras medidas restritivas para prevenir a disseminação do coronavírus foram colocadas em prática nos lares para idosos como distância mínima entre moradores.
» A Defensoria Pública da União em Alagoas (DPU-AL) está prestando assistência jurídica gratuita, por telefone, para pessoas que tiveram pedidos do auxílio emergencial de R$ 600 definitivamente negados.
» Por causa da pandemia do novo coronavírus, o benefício é concedido a informais, autônomos e MEIs sob determinados critérios » Como entrar em contato com a DPU em Alagoas Telefone: (82) 3194-2300. Horário de atendimento: 8h às 12h e 13h às 17h, de segunda a sexta-feira.