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Fatos & Notícias

Confira os destaques da política alagoana #FN21052020

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Por FATOS & NOTÍCIAS | Edição do dia 21/05/2020 - Matéria atualizada em 20/05/2020 às 22h36

A justificativa do governador Renan Filho de não decretar o lockdown e que paralelamente está aumentando as condições de atendimento à população suspeita de contrair o coronavírus está longe muito longe da realidade dos fatos. Decretar o fecha tudo era sua maior intenção, mas recuou pela pressão que sofreu da indústria e do comércio, que não aguentam mais medidas restritivas no setor. O governo, contudo, para ganhar mais tempo, estendeu o decreto até o dia 31 de maio e vai manter as medidas de que estavam em vigor.

Nos bastidores do Palácio, entretanto, circulam rumores de que ele teria sido convencido pelo seu fiel escudeiro, o secretário de Fazenda, George Santoro, de que uma medida radical iria quebrar o que resta das empresas e desabasteceria por completo os cofres do Estado, que não teria como arrecadar impostos.


NO MEIO TERMO

Para não chegar ao extremo como já fizeram algumas cidades pelo Brasil afora, o governador preferiu ficar na intermediária: tentar ficar bem com a população e agradar em parte o comércio e a indústria.


A “FRIA” DO DETRAN

O presidente do Detran, Adroaldo Catão, perdeu uma grande oportunidade de não se meter em uma embrulhada. Sua justificativa sobre o uso de placa fria no possante veículo do governador foi de uma pobreza jurídica sem limite. Catão, agora, deve alguma explicação do Departamento Nacional de Trânsito, que tanto exige dos demais órgãos afins eficiência, respeito aos usuários e cumprimento fiel das leis.


“SERVIÇO ESSENCIAL”

Até o próprio líder do governo, deputado Sílvio Camelo, admitiu que o cidadão que denunciou a não abertura do Centro de Triagem no Tabuleiro do Martins pela manhã como prometido pelo governador, foi atendido à tarde, a partir das 14h. O problema é que o Centro não foi aberto por que o governador Renan Filho tinha outro serviço essencial para aquele horário, ou seja, fazer a gravação de uma live para os seus seguidores.


FAKE NEWS

A polícia de Alagoas tem mais uma tarefa difícil para conter as notícias falsas que têm circulado principalmente nas redes sociais. É uma notícia falsa ali, outra acolá e isso tem em certo ponto desestabilizado o fator emocional das pessoas que enfrentam a duras penas a pandemia do coronavírus.


RECORRENTE

Enquanto o governo do Estado alardeia a inauguração do Hospital Metropolitano e o avanço na construção de UPAs, na Maternidade Santa Mônica a situação é inversa ao que se diz na propaganda oficial. Ali, segundo relatos de servidores, o Hospital não cumpre as regras básicas de equipar seus trabalhadores. Luvas, vejam só que absurdo, são compartilhadas, aventais fogem do padrão profissional, existe a escassez de pessoal e a esterilização deixa muito a desejar.


PLATAFORMA

a Secretaria Municipal de Saúde lançou o serviço de teleorientação nomeado por 'Atende em Casa Covid-19'. A plataforma, que pode ser acessada através do computador e de smartphones no link (https://www.atendeemcasa.maceio.al.gov.br/), tem como objetivo ajudar os usuários do sistema de saúde de Maceió. Ele vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.


PLATAFORMA 2

Ao acessar o site, o paciente insere as informações pessoais e inicia o atendimento informando os sintomas que apresenta. O próprio aplicativo já passará as orientações, sejam referentes ao isolamento social ou sobre medidas de segurança e higiene.


» O Procon de Alagoas divulgou que tem registrado cerca de 300 denúncias durante a quarentena em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Entre os dias 1º e 11 de maio, 1218 casos foram contabilizados, sendo 998 já resolvidos.

» As reclamações mais frequentes são sobre a não entrega de produtos, a má prestação de serviços e denúncias de preços abusivos, principalmente em relação aos alimentos

» A Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) informou, na terça-feira (19), que 19 servidores do sistema prisional foram infectados pelo novo coronavírus. Ainda não há registro da doença entre os reeducandos. o órgão contabiliza um óbito, 148 casos suspeitos e 57 descartados.

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