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Confira os destaques da política alagoana #FN05062020
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Os governadores do Nordeste que autorizaram o Consórcio a comprar respiradores por preços aviltantes e que nunca chegaram ao destino por certo terão muitas dores de cabeça daqui pra frente. Pelo desenrolar dos acontecimentos todos, sem exceção, deverão prestar contas ao Ministério Público e às respectivas Assembleias Legislativas para explicar como foram feitas as compras, quais as garantias recebidas, preços justos e, enfim, os procedimentos legais, no sentido de justificar o investimento, através do Consórcio, de mais de R$ 49,7 milhões.
Desde o início da pandemia, já se alertava ao governo sobre a precipitação em seguir os passos de outros estados os quais, naturalmente, não teriam as mesmas características e necessidades de Alagoas. As suspeitas que recaem sobre os governantes são graves e ameaçam, além de processos cíveis e criminais, os próprios mandatos eletivos.
INDIFERENÇA
Mesmo sendo alertado pelo perigo em seguir procedimentos de outros estados, o governo de Alagoas fez ouvido de mercador e seguiu os passos do Consórcio Nordeste, sob a alegação de que, comprando em grupo, os equipamentos hospitalares sairiam mais em conta. Depois do calote souberam que a coisa não era bem assim.
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CALVÁRIO
Além de ter que justificar a compra de respiradores por vias oblíquas, o deputado Cabo Bebeto quer também do governo do Estado explicações sobre os valores pagos. Ou seja, dá a entender que desconfia que os respiradores que nunca chegaram a Alagoas e outros estados, foram também superfaturados.
QUADRILHA
O que se sabe até agora é que o Consórcio Nordeste caiu na arapuca de uma quadrilha que dificilmente devolverá com facilidade a grana que embolsou antecipadamente. Quem vai pagar os prejuízos? Isso é o que a população quer saber.
SINUCA
Com tantos e graves problemas para resolver, principalmente agora na crise da saúde, o governo do Estado ainda tem mais um para tirar o sossego dos seus dirigentes. No caso dos respiradores, deverão ter nos seus calcanhares o Tribunal de Contas do Estado, Tribunal de Contas da União, Polícia Federal e a Assembleia Legislativa. Eles vão querer saber quem foi o responsável pela compra do equipamento hospitalar, se a empresa contratada era idônea e como os recursos foram disponibilizados.
BOLSA FAMÍLIA
Portaria publicada na edição desta quinta-feira (4) do "Diário Oficial da União" informa que o governo transferiu R$ 83,9 milhões de recursos do programa Bolsa Família para a comunicação institucional do Palácio do Planalto. Segundo a portaria, assinada pelo secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues, o recurso seria destinado ao Bolsa Família na região Nordeste.
ALVARÁ SANITÁRIO
Os prazos de vencimento dos alvarás sanitários emitidos pela Vigilância Sanitária de Maceió foram prorrogados pelo município em razão da situação de calamidade pública instalada com a pandemia do novo coronavírus. De acordo com a portaria publicada do Diário Oficial do Município, os alvarás com vencimento entre 1º e 31 de março de 2020 passam a ter data de vencimento em julho.
ALVARÁS 2
Já os alvarás sanitários com vencimento entre 1º de abril e 31 de maio passam a ter data de vencimento em agosto de 2020, também observando o dia de seu vencimento de origem. Ainda fica estendido por mais 90 dias o prazo de vencimento dos alvarás sanitários que tenham data de vencimento compreendida entre os dias 1º de junho e 31 de julho.
» Em razão da pandemia do novo coronavírus, as celebrações de Corpus Christi em Maceió acontecerão sem público e a portas fechadas.
» Adaptando-se as medidas de isolamento social, a tradicional procissão foi cancelada. As missas solenes serão realizadas na Catedral Metropolitana e transmitidas nas redes sociais das paróquias, onde estarão presentes apenas integrantes das equipes de liturgia e comunicação, cinco no total.
» O Ministério Público Estadual instaurou uma notícia de fato, ontem, para apurar as denúncias de que kits alimentares distribuídos pela Prefeitura de Dois Riachos teriam sido entregues com produtos vencidos. O promotor Ivaldo da Silva determinou o recolhimento dos produtos estragados.